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https://www.youtube.com/watch?v=G4PUkK6u66k

Introdução 0:00 O que que a turma tem falado por aí e que não é verdade com relação à mente humana? A mente humana de uma hora para outra 0:07 saúde mental ficou pop, virou trend. A geração Z que tá aí é a mais que fala de 0:15 saúde mental, mas ironicamente é que menos pratica. Pratica. 0:20 Hoje eu tenho a honra de receber uma das maiores referências em comportamento humano do Brasil. Gente, ele é 0:25 psiquiatra, escritora, professora, mais de 3 milhões de livros vendidos. Hoje o 0:31 JJ vai receber pela primeira vez com muita honra, com muita gratidão, Dra. Ana Beatriz Barbosa. 0:38 Se você for comprar mais, tira aquela que não tá usando, faz o mundo girar, porque tem gente que 0:45 faz assim: “Ah, mas tá tão nove, essa é uma grife, eu não vou dar para uma pessoa porque ela não vai valorizar”. 0:50 Você dá por indo, você não dá se o outro vai cuidar ou não. Isso é apego 1:00 uma rede social para uma pessoa com pouca consciência, o o quanto que essa é a combinação que faz essa pá. 1:06 Só as pessoas que toleram o contraditório estão no caminho certo da sabedoria. Eu não preciso concordar com 1:14 você para conversar com você. Eu não preciso me pegar a sua verdade. Para ter 1:19 TDH, você tem que ter história genética e você tem que ter desde você não vira 1:25 TDH, você vira exausto. Eu adoraria perguntar a Asden se ele 1:33 voltasse agora se ele seria mais generoso com filho esquizofrênico dele. 1:39 Nossa. [Música] 1:46 Doutora Ana Beatriz Barbosa. Obrigado, doutora Bia, 1:51 Bia, Bia. Aqui no J a gente vai fundo nas conversas, sabe? 1:56 Sem problema. A gente vai, vai seguindo, vai para cá, vai para lá. Eu, eu já quero. Bom, primeiro, obrigado pelo teu técnico. 2:02 Isso. É uma honra. Eu te acompanho. Eu sou, eu sou uma pessoa que viajo e 2:08 quando eu viajo, eu sempre sempre, sem exceção, todas as vezes eu passo na eu eu paro na livraria 2:14 do aeroporto. Do aeroporto. Todas, todas. E eu sempre via teus livros e eu sempre via aquele 2:22 aquele título, né? Mente inquieta, mente perigosa. E eu quero começar te 2:28 perguntando o seguinte: o que que a turma tem falado por aí? 2:33 e que não é verdade e que é uma coisa que de certa forma e até em alguns 2:39 momentos pode ser até negligência. Por que que eu tô te fazendo essa pergunta? É muito comum, embora não seja normal, 2:47 as pessoas falarem: “Ó, o meu TDHA disparou, né? Porque eu tenho”. As 2:52 pessoas se autointitulam e se auto diagnostiqu diagnosticam, 2:58 diagnosticam. Isso. Então, eu quero deixar essa essa bola aqui para você e e o que que tá sendo 3:04 falado por aí de uma de certa maneira até negligente com relação à mente humana. Vamos lá. É incrível porque assim, a 3:11 mente humana de uma hora para outra saúde mental ficou pop, virou trend. 3:17 Uhum. A geração Z que tá aí é a mais que fala de saúde mental, mas ironicamente é que 3:25 menos pratica. De alguma maneira, você teve em algum momento eh década que 3:31 falava assim: “Es doenças do coração, aí depois tinha as doenças do pulmão, as 3:37 doenças do fígado.” Chegou uma hora que chegou o cérebro. Quando chegou o 3:43 cérebro, a primeira reação foi tipo assim: “Ah, isso não existe. Ah, isso aí 3:48 é coisa inventada”. E de repente a gente se deparou com uma 3:53 pandemia de doenças mentais. Para você ter uma ideia, em 2016 a Organização 3:59 Mundial de Saúde já tinha decretado um ano de combate ao suicídio. Em 2016, eu 4:06 percorri grande parte do país fazendo palestra para esclarecer. Foi a época que eu lancei até Mentes depressivas. 4:13 Foi uma coincidência que eu entreguei ele pra editora em 2015 e ele foi lançado em 2016. Eh, e coincidiu com 4:20 esse ano. Você tem uma ideia, naquela época a Organização Mundial de Saúde estava absolutamente assustada porque 4:26 existia um suicídio cada 40 segundos ao redor do mundo. 40 segundos, falei 40 4:33 minutos. Aquilo me chocou também. Eu falei: “Gente, que que é isso?” Então, a coisa vem vindo de uma tal 4:40 maneira que adoecer mentalmente parece que é uma consequência de uma vida mal 4:46 vivida. É assim, ainda não, quem não ainda adoeceu vai adoecer. A questão vai ser 4:53 como iremos adoecer, tá? E isso ficou tão comum e as pessoas hoje A Diferença entre Informação, Conhecimento e Sabedoria 4:59 tem uma coisa na rede social, eu sou totalmente a favor das redes sociais, acho que se Platão tivesse uma rede 5:05 social, a gente todo dia de manhã ia ver que que ele tava falando. Eu acho que a gente passou por um 5:12 período que todo mundo se acha apto a falar. A gente vive aquele fenômeno 5:17 Danny Krueger, que é aquela coisa que o cara acha que sabe muito, mas sabe muito 5:23 pouco. Sabe muito pouco. E tem uma diferença entre saber e saber na prática. Saber na teoria é fácil, 5:31 fazer na prática tem uma diferença é abissal, é muito diferente. Então eu 5:38 vejo hoje muita gente falar muito bem de saúde mental, mas já vi as mesmas 5:45 pessoas falando me ligar em desespero que fazer com o paciente? 5:50 porque não sabe. Então assim, fico muito preocupada porque a gente tá vivendo uma geração que nunca teve tanta informação, 5:58 é a mais bem informada que a gente já teve. O problema é que informação sem prática 6:05 não gera conhecimento. Conhecimento sem função e propósito não gera sabedoria. 6:11 Uhum. Então, muita gente falando é muito papo e pouco som, sabe? 6:19 E eu acho que a gente só tá apto quando a gente pega aqui e pratica. Eu só 6:25 acredito nas pessoas que fazem eh pessoas que falam bonito não me impressionam. Não me impressionam, 6:32 porque definitivamente nós não somos o que falamos, somos o que fazemos, né? A 6:38 nossa trajetória vai falar pela gente. Sim, nós somos nós somos bichinhos, né? Eu 6:44 digo que ser humano é um bichinho, acha que não, mas somos. E só uma maneira do ser humano eh conseguir provar que foi 6:51 um ser humano pela história que ele vai construir. Nenhum outro animal precisa construir história. A gente precisa, 6:58 senão você vai ser tudo ao final da vida, menos um ser humano. 7:04 Boa. Muito bom. Saber na teoria é diferente saber na prática. Você acha 7:09 que tá pop, tá na moda? 7:14 Mas assim, do ponto de vista clínico, do ponto de vista do dado, do ponto de vista da realidade, do teu saber, da tua 7:21 experiência do no ali na trincheira, vai melhorar, tá no platô, a tendência é 7:28 piorar, tem qual que é o cenário dos próximos, a 7:34 gente tá em 2025, 2026, qual o cenário pros próximos 2 anos, na tua opinião? 7:40 Muito ruim assim, taxativo, muito ruim, muito ruim, porque eu vejo 7:46 assim, eh, novamente, eu vejo uma geração bem informada, mas que não sabe 7:52 como na prática. Vamos lá, na prática, pouco tempo aconteceu o caso daquele menino que foi pra jaula da Leoa em João 7:59 Pessoa, um caso simples, tem pouquíssimo tempo, né, o Gerson. Tá. 8:04 Quando eu vi aquela cena, de cara, mas de cara, eu falei assim: “Esse menino é psicótico”. Psicótico é diferente do 8:12 psicopata. Psicótico é uma pessoa que tá fora da realidade, ou seja, ele tá 8:17 vivendo uma realidade que só é a realidade para ele. Uhum. Tá? Então ele tem o que a gente chama do 8:23 delírio, que é você acreditar em algo que não é verdadeiro, certo? para todo o resto, 8:29 parecido com o esquizofrênico. A esquizofrenia é o tipo mais comum de psicose 8:34 do psico, tá? Tá? Então vamos botar esquizofrenia, talvez fique mais fácil. Eh, então, fora 8:40 da realidade. Aí você vai me perguntar por que, Bia? Eu tinha certeza, eu só queria saber, assim, tem história 8:46 familiar, eh, eu só queria constatar, porque qualquer pessoa, se não tiver 8:53 fora da realidade, ao chegar ali, na hora que a Leoa fosse avançar, 9:00 ativaria uma coisa que é o instinto de sobrevivência, que é instintivo. Por exemplo, quando eu 9:06 fui saltar de Azadelta, eu adoro, eh, por mais que eu adorasse e quisesse, na 9:13 hora que o cara fala lá na pedra da Gáv: “Vai, a perna trava”. 9:18 Uhum. E aí eu falo: “Me empurra”. Aí ele fala: “Pode deixar”. Ele empurra, vai com 9:25 você, né? Eu não não fui sozinha, fui com com guia. E depois é maravilhoso, mas o meu 9:31 cérebro naquela hora que você vê aquela rampa acabando e você vê ali embaixo 9:37 aquela floresta, você tá no meio da floresta da Tijuca, ali, o mar ali 9:42 aquela pedra da gave imensa. Uhum. O teu cérebro liga o alerta, perigo, 9:47 perigo, perigo, perigo e você trava. Como que aquele garoto vai descendo? A 9:53 Leo vai vindo, ele vai em direção a Leoa. Sim, ele tava numa realidade paralela. E aí 9:59 eu fui, eu não gosto muito de comentar nada quando ocorre que todo mundo sai comentando. Eu espero uma semana 10:05 porque eu quero ver os dados. Uhum. E aí eu fui vendo, né, a mãe esquizofrênica grave que perdeu 10:12 justamente a capacidade de cuidar dos filhos. Uhum. Cinco. Os cinco filhos foram colocados 10:19 no abrigo. Dos cinco, quatro foram adotados. Ele não foi porque desde os 10 anos ele já tinha sinais claros de uma 10:27 criança que tinha psicose. Então ele não foi adotado. Ele passa dos 10 aos 17 10:36 anos e completa 18 no abrigo, indo e vindo. 10:41 Sai imediatamente ele é pôs para fora porque faz 18 anos. Tchau. Tá. Nunca foi 10:48 feito o diagnóstico dele. Nunca. apesar de tá lá falando coisas inadequadas, 10:53 dizendo isso, dizendo aquilo. Aí por último, um mês antes dele fazer isso, de 10:59 entrar na jaula da Looa, ele foi pego no trem de pouso no aeroporto de João 11:06 Pessoa, no avião da Gol. Uhum. Foi tirado, perceberam? Ele disse para 11:13 qualquer um ouvir, eu estava pegando avião para ir paraa África domar leões. 11:19 Aí você vai ver a história desse garoto. Ele falava isso para assistente social o tempo inteiro. Ele ia domar nem hoje. 11:25 Então, como é que isso passa por um abrigo, passa pelo CAPS, passa por todo 11:32 mundo e ninguém medica pra esquizofrenia? Ninguém. Aí você vai ver quando ele joga 11:39 uma pedra no no no carro da polícia, ele o policial fala: “Você vai não vai fazer 11:46 mais isso não, né, Gerson?” Vou vou. Por quê? Porque eu preso, tô melhor, tenho 11:52 onde dormir, tenho alimentação. Porque ele foi jogado fora do sistema, 11:57 né? Então fico olhando por fim um juiz uns ele ficou preso do de janeiro desse 12:04 ano, 2025 até julho. Por quê? Porque jogou lá o robô, jogou 12:12 lá o negócio na no nos policiais. E para ele aquele era um abrigo. E aí você vai 12:18 falar: “Bia, que que tem?” Muito bem. Eh, 2023, a ministra Rosa Weber decretou 12:26 efetivamente que a lei antimanicomial ia passar valer. Que que significa isso? E 12:32 não foi, ela criou a lei. A lei já é de 2001, se eu não me engano, só que tem 12:38 que tinha que ser entrar, né? A lei antimácomial diz o seguinte: todos os pacientes que tiveram problemas com a 12:45 justiça e tiverem transtornos mentais são colocados num hospital onde eles ali 12:52 vão receber tratamento e decidir se vai ou não vai. O que aconteceu é que nesse 12:57 período todo que a lei foi criada até ter que cumpri-la, 13:02 ninguém fez nada. Uhum. Aí o que que se faz com as pessoas que tm um problema com a lei e que tem 13:08 transtorno mental hoje? e que não tem para onde ir, não faz 13:13 nada. O última vez que o juiz que ele aprontou, né, o negócio lá dos PMs, o 13:19 juiz colocou que ele precisava de uma internação no hospital psiquiátrico e assistência 24 horas. O juiz, sem saber 13:28 de nada, decretou que aquilo era um caso grave, que precisava de tratamento. Decretou, mas não tinha em João Pessoa. 13:34 Fecharam todos. O limite é para fechar no que vem, mas já fecharam. A questão é, existem pessoas que vão precisar 13:42 ficar internadas pro resto da vida? Existem, principalmente se elas têm um contexto social muito desfavorável, como 13:48 era o caso dele. Sim. Sim. Isso fala o quê? Isso fala que a gente não tá preparado 13:54 para casos graves. Muitos dos hospitais psiquiátricos eram 13:59 péssimos, mas o que que você faz? Transforma em bom, né? Você não acaba. 14:06 Eu não sei se já notou. Eh, de dois anos para cá, eu ando na rua, a quantidade de 14:11 esquizofrênico crônico na rua é muito grande. Por lei antimanicomial, 14:19 eles estão sendo muito rápidos, eles não foram rápidos em preparar uma alternativa, mas estão sendo muito 14:24 rápidos e não tem mais, não vai ter a partir do ano que vem não tem. O que se 14:30 faz com seus pessoas? Você acha que uma pessoa psicótica vai todo mês no CAPS, 14:35 que funciona de segunda a sexta? Tá, vai lá. Ah, eu venho aqui pegar meu remedinho e vou tomar. Como é que eu vou 14:42 tomar se eu sou uma pessoa que acho que eu não preciso? O tratamento é com remédio. É com remédio. Esquizofrenia. Sempre o 14:49 que evoluiu na esquizofrenia? A forma de tratamento. Hoje você tem medicações de 14:54 depósito que você toma injeção uma vez por mês. Estados Unidos chega ao ponto de se tomar de seis em se meses. Então 15:01 assim, diante disso, eu fico olhando, será que as pessoas sabem o que que é esquizofrenia grave? 15:09 Porque é muito bom assim tratar depressão, tratar ansiedade, que é a grande maioria, o CAP está qualificado. 15:18 Mas que que se faz com os casos graves? Porque eles estão na rua e vai acontecer, né? A a origem, a origem Fatores que Influenciam Transtornos Mentais e o Uso da lA 15:27 é genético, é epigenético, é cultural, como é que 15:33 não existe assim, eh, toda todo quadro transtorno mental você tem uma 15:40 complexidade. Você tem a questão genética, você tem o gatídio, você tem a 15:45 questão social, isso não há dúvida, mas no caso específico da esquizofrenia, a genética é muito forte. A mãe tinha 15:53 esquizofrenia grave. Uhum. E a avó dele, mãe da mãe também. 15:58 Entendi. Mais leve, né? Então assim, no caso da esquizofrenia genética, grita muito 16:04 alto. Aí você fala assim: “Tá, mas e a questão social no caso dele foi 16:10 determinante? Porque não tinha um lar para morar, não tinha quem se responsabilizasse por medicá-lo. 16:18 Sim, o fator ambiente foi um agravante muito grande, foi desastroso porque uma pessoa 16:25 daquela, né, poderia estar viva, bem medicada, com limitações, talvez, porque 16:32 a esquizofrenia especificamente ela, se você pega na primeira crise, 16:38 hum, no primeiro surto, que a gente chama, você medica e faz toda a orientação pro 16:44 resto da vida, 75% de chance dessa pessoa. Eh, ter uma vida funcional no na segunda 16:52 crise baixa para 50% e a partir da terceira 25. O que que seria uma vida funcional? A 16:58 pessoa trabalha, tem família, consegue conviver com as pessoas. 17:04 É possível. Por exemplo, a gente tem a história do do do filme uma mente brilhante, mente 17:10 brilhante, né? Do ex John Nash. Isso mesmo, um gênio esquizofrênico. 17:17 Ou seja, ele através ele tinha lá aquelas alucinações dele no filme e criou a teoria dos 17:24 jogos. Isso mesmo. Isso é comum ou aquilo é uma exceção? 17:29 É claro que ali é exceção, porque tratava de uma pessoa de altas habilidades, independente de qualquer coisa, né? Como existem muitos autistas 17:37 com alta habilidade também, não é a maioria. Eh, não é a maioria. Não é a maioria. Não, não é a maioria, 17:44 porque às vezes parece que um autista é sempre relacionado também com alto grau de inteligência ou hiperfoco numa 17:51 determinada tarefa, né? O hiperfoco até acontece, mas isso é mais uma romantização. Quem dera tem 17:57 casos de autismo muito graves, muito graves assim. E eu digo que quem salva 18:04 autista é mãe, né? Porque os pais vão embora. Então, os casos graves eh 18:11 requerem muita assistência também. São casos de muita assistência. Agora, existem os casos leves, o que 18:18 anteriormente se chamava de existem aqueles o savã, que é aquele gênio ali, 18:24 que seria gênio em qualquer situação, dentro do autismo também. Sim. Entendeu? Então eu acho que existe um 18:31 desconhecimento de prática. Eu já vi autistas muito graves, já vi esquizofrênicos que ficaram funcionais o 18:38 resto da vida. Uhum. Super bem medicados com família. O próprio John Nash tinha lá sua esposa 18:46 que que tratava e que tinha com ele todo toda a questão, não impediu de fazer o 18:51 que fez e dar a sua contribuição. Então eu acho, não sou otimista porque assim a 18:57 gente vive um momento que é muito bom, mas bom para quem é consciente. 19:05 Entendi. Para quem não é consciente, o adoecimento é a regra. É para onde 19:11 iremos. por exemplo, sim, taxativa, assim, taxativa, por exemplo, eh, torno a 19:17 dizer, não sou contra nenhuma tecnologia, porque parto do princípio que nenhuma tecnologia volta atrás. Você 19:24 hoje abrir a mão do carro para andar de cavalo? É, não, nem do meu celular para pegar um celular 19:30 de telefone orilhão. Então, por mais que a gente tenha um espírito vintage, não é 19:35 a realidade. A a tecnologia não retrocede. Não existe isso. O que existe, estamos preparados para usá-la 19:43 de forma adequada? Estamos preparados, por exemplo, para usar a inteligência artificial como corking? Porque se 19:50 usarmos, tá legal. Uhum. por exemplo, que antes a gente levava um diagnóstico raro, eh, podia 19:58 levar 10 anos para fazer um diagnóstico raro ou mais. Uhum. Eh, hoje, se você tiver a inteligência 20:05 artificial com bom uso, você pode fazer esse diagnóstico em menos de uma hora. 20:10 Uhum. Basta você ter a visão médica de botar ali tudo que você observa, porque 20:17 a inteligência artificial não vai fazer a entrevista nem ver com olhar humano o que você tá vendo no paciente. Uhum. 20:23 Agora, quando você bota lá tudo que ele tá apresentando, toda a genética, a história da doença atual, a história 20:30 patológica pregressa, o que ele, o exame que a gente chama o exame psíquico, se 20:35 tá orientado, se não tá orientado, se tem insites, se tem percepção que tá doente ou não. Se eu alimento a minha 20:42 inteligência artificial com esses dados, automaticamente ela vai me dizer:”Temos 110 possibilidades.” 20:48 E aquilo que antes eu não pensaria, porque a gente é formado no na medicina 20:55 para o que é mais comum, o que não tá errado, mas o que que a gente faz com exceção? 21:01 Então, eh, é difícil e ao mesmo tempo a gente vive uma pandemia de transtornos 21:08 ansiosos e a gente vive uma pandemia de depressão. Então, vamos dividir. Então, a gente a 21:15 gente tem as doenças, se se assim que eu posso chamar, são os transtornos, né? 21:20 Transtornos, os transtornos graves, esquizofrenia e que você acabou de explicar até 21:29 dependência química. química, psicopatia, dependência é dependência comportamental. Você hoje tem, por 21:35 exemplo, jogos. Sim, sim. você tem um problemaço, problemaço. E tem as outras que elas são 21:44 do dia a dia, do cotidiano, que elas, eu não, eu não sei se eu tô certo no jeito que eu tô falando, mas elas, por conta 21:50 do comportamento, elas vão empilhando. Aí é ansiedade, depressão, eh dependência de tela, 21:56 hiperatividade, hiper, essas estão mais relacionadas ao ao nosso estilo de vida e os outros estão 22:02 mais relacionadas a a uma genética mais marcada, talvez, tá? 22:08 E aí o quanto que pergunta, eu vou ter com cuidado para fazer essa pergunta, né? Uma pergunta delicada, mas o quanto 22:15 que, por exemplo, uma uma rede social, 22:20 um uma rede social para uma pessoa com pouca consciência, o o quanto que essa é a combinação que faz essa pá e e piora o Como o Excesso de Telas Afeta a Mente e o Diagnóstico de TDAH 22:29 o negócio? É isso que eu tô dizendo. Eh, tecnologia não retrocede e ela, em 22:34 princípio, é boa. Eh, por exemplo, um carro é muito bom, desde que você seja 22:40 um bom motorista. Uhum. Concorda? Sim. A mesma coisa acontece paraa tecnologia. Eh, não foi à toa que o ano de 2024 a 22:48 palavra chave foi brain hot. Que que é o brain hot? é o apodrecimento celular 22:56 pelo uso excessivo de telas, principalmente redes sociais. Por quê? 23:02 Hoje quem mais saca de funcionamento cerebral é o pessoal de marketing. E não 23:08 tô falando mal, sim, porque pode se fazer um marketing muito bom e pode fazer um marketing com pouco 23:14 propósito, tá? Agora, cabe a mim, sabendo disso, 23:19 conhecer o funcionamento cerebral e tentar fazer com que as pessoas conheço para poder de fato fazer escolhas 23:26 melhores. Se eu sei que mais do que 2 horas de rede 23:32 eh me enche de tanta superficialidade, eu tô perdendo tempo. Eu tô literalmente 23:39 perdendo tempo. Agora, se eu nessas duas horas seleciono os conteúdos que eu vou 23:45 ver, eu posso estar abrindo possibilidades para me aprofundar em temas. Se me chamar atenção, 23:51 a questão não é a tecnologia, é como é usada. A a telinha que roda assim foi 23:58 feito para viciar. Exato. É a coisa que libera mais dopamina depois de, sei lá, cigarro, 24:06 cocaína, eh, cigarro eletrônico, jogo. Sim. Aham. 24:12 Agora, quando você pega eh a telinha que você já tá acionando o 24:18 sistema de recompensa com jogo, aí é crueldade, porque você já tá viciando o 24:25 cara aqui, aí você chega, olha, vamos deixar isso melhor, eu vou te dar isso aqui. pornografia. Quando você pega 24:33 certas coisas, se a pessoa não tiver muito preparada, ela vai bailar e vai 24:40 bailar feio. E Bia, e pra criança então, hein? Como é que tá essa essa relação de tempo de 24:46 tela, criança, mente agitada? Você sabe qual é a média de tela hoje no Brasil? 24:52 Para qualidade geral dia 24:58 5 horas, meu amor, já foi. Used to be. 25:05 Eu tinha lido até pouco, há 5 anos atrás era oito, que só perdia pra Índia. Hoje 25:11 a gente tá batendo 13 horas em alguma coisa. Média, meu Deus, é muita coisa. O que que 25:16 significa que tem muita muita gente tá 25:22 que não tá tendo tempo para dormir, meu amar, concorda comigo? 25:28 Não tá tendo tempo para dormir, não pode estar trabalhando de forma eficiente, porque não sobra tempo. Se você botar 25:34 que você tem que dormir 8 horas e talvez a coisa mais importante pra longevidade, 25:41 pra produtividade é sona. Esquece o resto. Negócio, ah, vou tomar o suplemento. Pode tomar também, 25:47 vou fazer exercício também. Pom, mas quero ficar melhorar minha saúde. Primeira coisa, vai dormir. Primeira coisa, por isso que tem muito 25:54 diagnóstico TDH, que não é TDH, é o quê? Abstinência de sono. Falta de sono. Você excesso de tela, 26:01 falta de sono, porque a pessoa chega assim: “Ah, o meu TDH”. Quem deu o diagnóstico? E a isso tem muito. Quem deu o diagnóstico? Ah, não, mas eu 26:08 li. Não, quem deu o diagnóstico? Outra coisa, desde quando você tá assim? Já tem uns 5 anos, meu amor tinha que ter 26:14 desde criança, porque TDH, se é desde sempre, é um funcionamento cerebral, se 26:20 não vira TDH, você vira exausto por excesso de informação. 26:27 Então assim, grande parte desse excesso de diagnóstico não é diagnóstico, porque para ter TDH você tem que ter história 26:33 genética e você tem que ter desde sempre. Que que é desde sempre? aquela 26:39 criança hiperativa fisicamente ou então aquela criança desatentiva, 26:44 mas não surge, não é assim, ah, agora vocêou TDH, quem dera? Eu me lembro do 26:50 sofrimento que eu tinha com o meu TDH, eu ainda tinha dislexia. Então, quando tinha J, quando tinha ditado, imagine 26:59 uma pessoa com era pânico, eu não sabia, eu começava 27:06 suando, porque quando a professora ia falando o ditado, 27:11 qualquer palavra que ela falasse, por exemplo, então o azul, aquele azul, para 27:16 mim já falava assim, azul, céu, vou viajar nas férias e no verão tem céu 27:22 azul, aquilo aquilo para mim levando uma coisa a outra, a outra outra. E quando 27:27 eu vi, eu tinha perdido o resto que ela tava falando. Aham. E o desespero. E aí quando eu consegui 27:32 escrever ainda conseguia escrever trocando as sílabas, trocando as letras na escola. 27:38 É, era uma desgraça. Era uma desgraça. Eu me lembro que eu chegava em casa chorando, eu falava: “Mãe, zerei”. Aí 27:45 minha mãe lá vi a redação. Não, mas a ideia é boa. 27:50 Tudo errado, mas a ideia é boa. Como eu tive o privilégio de ter pais professores, 27:56 eles começavam o final de semana, vamos fazer uma redação, vamos não sei quê. Chegou uma hora que a minha defasagem 28:03 foi corrigida por excesso de estímulo, né? 28:08 O que eu eu sempre digo e cérebro de TDH, qual que é cérebro, né? É terra 28:13 Brasíles. E se plantando tudo dá. Uhum. Tudo dá. O problema é que nem querem plantar, mas querem colher. 28:19 Sim. Porque tem gente que fala assim: “Ah, eu não tenho saco para ler”. Falei: “Lê 10 livros, depois a gente conversa”. Ah, 28:25 mas não quero. Começa por um mais simples. Pouquinho, mas todo dia um pouquinho. Ah, não quero. Não vai. 28:32 É porque você tinha você tinha dificuldade para ler, então, também, né? Com dislexia, né? 28:38 Descrever. Minha dislexia era muito descrita. na escrita eu consegui entender tudo. Então quando era prova oral, não precisava escrever, 28:44 adorava, eu ia que ia, entendeu? Eu ainda falava: “Professora, eu posso fazer oral?” Não, 28:50 não pode. A tentava dar uma solução, mas não conseguia. Você já leu um livro chamado 28:56 Davi Golias do Malco Gledwell? Não, não li. Ele conta nesse livro que basicamente a 29:03 a ideia do livro é eh às vezes o que aparentemente é ruim 29:11 ou muitas vezes o que aparentemente aparentemente é uma fraqueza tua pode ser uma fortaleza. 29:17 Com certeza. E ele conta uma história de um advogado que tinha dislexia e era 29:23 muito difícil para ele escrever, só que ele era um excelentes advogado, porque ele fala, oradamente 29:29 pra caramba. Conta a história. Como é que foi? Para ler ruim, para escrever ruim. Mas me conta a história. Hã, que 29:35 que foi? Tá, entendi. Na hora a defesa a defesa dele era 29:41 a sustentação oral dele era maravilhosa. Eu tenho amigos advogados. 29:47 um tem essa esse talento, porque tem uma coisa bacana que o cérebro sempre 29:52 compensa uma deficiência. Uhum. Eh, além de que se a gente treinar 29:58 muito, a gente também pode melhorar a deficiência. E esses dois, eles são imbatíveis, porque assim, um tem essa 30:05 coisa do oral, vai lá pra frente, vai pro pra sustentação oral. O outro é 30:11 aquele cara perfeccionista que prepara a melhor peça que existe. Então quando o 30:16 outro vai para Ural, ele tá munito de todas as possibilidades de jurisprudência, de tudo. E os dois 30:23 juntos são imbatíveis. Sim. E isso também é muito legal, né? Quando você estuda o comportamento humano, você 30:29 vê que as personalidades se completam, né? Por isso que parceria é fundamental. 30:36 Eu digo que parceria é o casamento, né? A vida profissional você tem que ter bons parceiros, porque você pode ser 30:42 muito bom sozinho, mas você não vai ser. É isso aí. Não vai ser. O que acontece é que a 30:49 gente vai prendendo isso, levando mais a sério, porque as pessoas em geral fazem sociedade por amizade, né? Ah, você vai 30:56 porque ele é meu amigo. Não é esse critério. Até hoje eu nunca consegui parcerias de trabalho legal com amizade. A Diferença entre Mente, Cérebro, Consciência e o Legado Humano 31:03 Continuo tendo bons amigos, mas nem sempre casa. Ô Bia, me diz uma 31:10 coisa. O que que é uma mente quieta? Aliás, o que é uma O que é a mente? 31:15 Uhum. Qual a diferença da mente para o cérebro e para a consciência?Um. Uhum. 31:22 E o que que é uma mente que então pessoal, o pessoal que do JJ Podcast tá ouvindo e eles devem estar pensando 31:27 assim: “Eu sou muito agitado. Uhum. Eu sou ah, tem uma outra frase também. 31:32 Eu sou hiperativo. O que que é esse hiperativo? O que que é i inquieto? O 31:37 que que é? Eu sou muito ansioso. Não, não sou ansioso. Sabe essas terminologias? Vamos lá por parte. Vamos lá que eu sou 31:43 TDH. Então vamos fracionar, senão eu já vou derivando. Seu azul não, porque 31:48 mente inquieta, cara. Tô lembrando aquela música do Revelação. Nossa, que saudade daquele já foi pra mulher. 31:54 Já foi, já foi. Já tô pensando na última saudade que eu senti, entendeu? Mais ou menos assim. Primeiro, o que que é 32:02 cérebro? O que que é mente? O que que é consciência? Vamos lá. O cérebro é o órgão. Perfeito. 32:07 Como o pulmão, como o fígado, é um órgão que dentro dele o cérebro é como se 32:14 fosse um um um computador que já vem com alguns 32:20 sistemas rodando, independente da nossa vontade. Então, os dois grandes sistemas 32:25 que o cérebro roda já vem de fábrica da sobrevivência e da recompensa. Aí você vai falar por 32:32 quê? Porque a gente tinha que sobreviver. para est aqui hoje contando essa história, 32:37 porque nós somos uma espécie muito frágil. 32:43 Olha, um tigre Uhum. A gente não tem musculatura, a gente não tem pele, a gente não se protege, a 32:51 gente não tem garras, a gente não tem nada. O tigre aprende a andar muito rápido, 32:56 nem velocidade, imagina. Então assim, diante dos outros animais, e nós somos 33:02 animais, nós ganhamos um uma estrutura cerebral um pouco mais sofisticada, mas 33:07 que a gente tem muito mais responsabilidade porque tem que saber usá-la. Então nós precisamos sobreviver. Então 33:13 nós temos um circuito cerebral que é o circuito do medo, que é o mesmo circuito 33:19 da ansiedade. Ansiedade é medo. Nada além disso. Ansiedade é medo. É medo. A diferença é que medo é de uma 33:26 coisa concreta. Eu tenho medo que aquela pessoa ali na rua eh me agrida. 33:33 Uhum. Ansiedade é quando o medo é subjetivo. Por exemplo, eu não eu tô com uma 33:40 sensação de que eu não tô legal no meu trabalho. Não é um medo. Tem gente que fala assim: 33:46”Ah, de altura não, não é isso. Uma sensação é que de alguma maneira você não tá indo 33:51 bem no trabalho ou aquele não é o seu lugar. Sim. ou você tem uma chefia que não te 33:56 tira o melhor, seja como for, mas não é algo palpável. Então, ansiedade é isso. 34:02 Não é à toa que a o maior nível de adoecimento é ansiedade, porque é um circuito que já roda sozinho, 34:09 independente, tá? o da recompensa, acredite, se quiser, se a gente for lembrar do nosso início, né, 34:17 da espécie humana, a gente tinha que sobreviver e tinha que se reproduzir. Então, houve uma época que o único 34:23 prazer que a gente tinha na vida era fazer sexo. Uhum. Né? Hoje diminuiu muito e vai diminuir 34:29 cada vez mais, porque existe um excesso de de possibilidade de recompensa. Sim. 34:34 Então, existe e nós não fomos esculpidos para excessos. Toda vez que o ser humano 34:40 se depara com excesso, ele vai adoecer ou ele vai ter que se preparar. Como assim? Como assim? 34:46 Por exemplo, eh, ninguém capota quando tá começando, né? Como capota? Por 34:53 exemplo, se você não dentro da educação, você não prepara uma pessoa para tempos de abundância, 34:59 a abundância vai vir com preço de adoecimento. Caramba, não tem como. Isso é uma pesquisa 35:06 inglesa que sobre consumo. Quando eu escrevi mentes consumistas, eu eu fiz 35:11 questão de ver todo o sistema de marketing e de consumo. E essa pesquisa dizia muito bem feita 35:17 essa pesquisa eh dizia o seguinte, que dinheiro é bom, muito bom. 35:23 Mas que ele tem um teto, tá? Tá. E esse teto não é que você não possa 35:29 passar, você pode, mas você tem que ter conhecimento e sabedoria, senão o mesmo 35:35 dinheiro que veio vai te adoecer. Porque depois que você chega num teto que o 35:40 dinheiro satisfaz necessidades básicas, saúde, educação e lazer, que já é 35:47 bastante, tá? Se você começa a ter muito sem sentido e sem propósito, assim, no 35:52 sentido onde eu vou aplicar aquilo, o que que esse dinheiro traz de repercussão, eh, de dar emprego, gerar 36:00 movimento, se ele não tiver essa função, meu querido, você vai adoecer, porque você vai começar a ser aquele cara que 36:06 vai começar a abrir eh book para querer comer uma mulher por dia ou por tarde. E 36:13 a gente vê acontecer isso o tempo todo, o despreparo para isso. E a gente via isso muito 36:20 acontecer com jogador de futebol, cara. De um dia pro outro ele faz um gol brilhante, é contratado, é alçado, daqui 36:28 a pouco você vê a decade. Por isso que eu sou admiradora ferrenha de Ronaldo Fenômeno. Que 36:35 trajetória. Uhum. Aquele cara quando percebeu que o joelho não lhe daria mais 36:40 possibilidades, ele deu a copa pra gente. Uhum. Que eu adorei. Foi a maior reviravolta. 36:48 Foi o o Quazarão, né? Esperava que ele nem voltasse quando ele teve aquela 36:53 lesão. Ele quando se viu frágil, ele viu que não podia depender mais só do futebol. 36:59 Ele virou o maior empresário. Quando as pessoas falaram, ele é louco, vai comprar um clube falido. Eu falei: 37:06 “Vocês não sabem que é Ronaldo”. Aquela personalidade sabe, é autodidata, 37:13 sabe o que faz. Quando todo mundo olha, se os jogadores tivessem juízos, eles 37:20 chamavam Ronaldo para orientar a carreira deles pro resto da vida. É verdade, né? Ele conseguiu. 37:26 Não conheço o Ronaldo, tá? É, não conheço. Tô falando meramente de um de alguém que é voer de gente. Eu 37:34 observo, gente. Nunca falei com o Ronaldo, mas a trajetória dele é 37:40 impecável como empresário. É, ele tem, ele conseguiu fazer uma belíssima 37:46 eh transição, né, de jogador para empresário. Isso foi muito muito 37:51 poderoso. Não, ele conseguiu. Além disso, ele ele vira empresário, empresário e ele cria 37:58 uma rede de marketing para os produtos que ele iria fazer. É genial. 38:04 É. Tá. Peguei muito bem, entendeu que os excessos? Então, vamos 38:10 lá. Mente do cérebro bom. Cérebro, olha lá. Cérebro é a máquina, é a estrutura 38:17 física. Mente é a energia que roda, que produz 38:22 pensamentos. Então, mente dá conta do que eu penso, 38:27 OK? Tá? E das atividades cognitivas. Muito bem. Mas a gente é o que a gente pensa? 38:33 Não. A gente é o que a gente faz. Faz e a consciência que observa meus 38:38 pensamentos. Se a gente fosse aquele penso logo existe, é horrível, mas tá errado. 38:44 Pera aí, calma aí. Se lembra do Decarte? penso logo, existe, não sinto, reflito, logo sou um 38:50 ser humano. Calma. Por quê? Não, vamos lá. Simples, J. Simples. Quantas vezes você já pensou 38:58 pensamentos horríveis, idiotas? Idiotas. Depois que eu verei pai, toda hora. 39:03 Tá. Antes era idiota e não sabia. Era idiota também. E não sabia. 39:10 Também já, eu também já tive lá. Porque assim, sabe aquela que você vai supermercado, aí alguém passa com 39:16 carrinho no teu dedão, que que você pensa? 39:21 Matar essa pessoa, não é? Isso é um pensamento. Sim. 39:26 No quando você tem um pensamento que você critica esse pensamento, que você fala assim: “Que é isso?” Já tá 39:32 pensando, tá pensando ele. Sim. A mente gera pensamento. 39:38 A consciência é aquela que vê e fala: “Cara, eu não sou isso”. Eu posso pensar 39:44 porque a o cérebro funciona para sobreviver e para ter prazer, certo? Ele é burrinho, 39:50 certo? A mente vai gerar pensamentos em função disso, certo? Agora a minha consciência vai falar: 39:57 “Tô indo pro lugar errado.” E e como é que a gente educa a consciência? Quando a gente tem um básico do 40:04 funcionamento cerebral e a gente descobre ao que a gente se destina. Isso não 40:10 precisa ser pro resto da vida. Eu posso me reinventar várias vezes, mas eu não posso. É aquilo que eu te falei, o que 40:17 que faz o ser humano ser um ser humano? A trajetória que ele vai ter, certo? É como se fosse assim, um dia alguém vai 40:25 chegar, você já não vai estar aqui, vai falar: “Nossa, o JJ fez isso, a Bia Bia fez, a Bia fez isso”. Cara, eles foram 40:32 ser humano. O topo do sucesso é você ser um ser humano e um ser humano deixa legado. 40:40 Porque se a gente não serve para deixar legado, a natureza elimina a gente muito 40:45 fácil. É verdade. Tudo na natureza tem 8 bilhões de seres 40:50 humanos hoje, tá? Ninguém é igual a ninguém. Todo mundo traz a sua 40:56 responsabilidade. Se vai exercer ou não, sim, é outra história. Tem uma passagem no livro do Oxo chamado 41:03 Confiança. Não, confiança não, Coragem. Coragem. Coragem. Ele tem um livro coragem. E aí 41:09 me marcou que ele falou assim: “Tudo na natureza está em abundância, exceto a consciência”. Exatamente. Porque a 41:17 consciência eu tenho que ter o conhecimento do básico, do tipo, quem somos nós? 41:26 Uhum. Que espécie é essa? Por que somos diferentes das outras? Porque essa coisa, ah, porque a gente tem 41:32 inteligência. Mentira, qualquer animal tem inteligência. A bactéria tem inteligência. Uhum. 41:37 Porque olha como ela ataca a gente bonitinho, que ela ocupa lá a nossa célula. O vírus tem inteligência. 41:44 A questão não é essa. A questão é um ser humano sabe o que os outros animais não 41:50 sabem. Nós somos os únicos animais temos consciência de que iremos embora 41:57 e por isso temos obrigação de construir um legado. Boa. Nenhum outro animal tem. Outr, os outros 42:04 animais eles têm que se reproduzir e eles fazem isso ferrenhamente. 42:09 Eu acho bonito isso. Os animais fazem ferrenhamente. A gente nos foi dado muito mais, mas a 42:16 cobrança também é muito mais. Uhum. Eu sempre digo que a natureza é sábia. O que não funciona elimina. Por exemplo, Como a Educação Prepara para a Abundância e Evita o Adoecimento 42:23 eu chamo Deus do designer do universo. Uhum. que eu sou apaixonada assim por 42:28 olhar as coisas e falar, cara, uma inteligência maior. Uhum. Pensou nisso? Qualquer pessoa assim, 42:35 você me perguntar, tem religião, não, mas tem espiritualidade, não é possível. 42:40 Ah, vim do nada. Uma célulazinha, um óvulo encontra um espermatozoide, 42:46 se junta, faz um amontoado de células e do nada 42:51 um GPS é ligado, um grupo de células vai para formar o cérebro. o outro coração, 42:57 o outro tubo digestivo do nada. É acaso isso? Isso é programação. 43:02 É, eu concordo. Eu também acredito nisso. Agora, como é o designer? Não sei, 43:08 entendeu? Só não brigo com ele porque eu acho que no mínimo ele merece respeito. 43:15 Ele eu chamo de fonte suprema. Aham. Né? Então assim, quando você olha isso 43:20 tudo e tem um conhecimento mínimo, você não tem o direito de ter uma vida 43:27 medíocre. Ó, nesse do conhecimento mínimo, consciência, vida medíocre. 43:34 A turma que tá assistindo, eu também que tô te assistindo aqui, tô te tô te ouvindo, tô aprendendo, eu vim e conquistei uma coisa, recompensa. Aquele 43:41 negócio me dá um um índice doparmégico alto, passa, quero uma outra coisa. E aí 43:47 esse negócio é infinito. E aí você falou uma palavra capota ou como é que você usou o excesso? 43:52 Excesso de possibilidades. Capota de opções. De opções. Isso na vida do, sei lá, de 43:58 uma pessoa famosa, na vida de uma pessoa que conquistou alguma coisa, na vida da pessoa que tem estímulos e dependências, 44:04 por exemplo, pornografia e assim assim assim assim. Eh, ela percebe na tua na tua na tua 44:13 trajetória, na tua experiência, ela percebe só depois que ela capota ou se sim, ela poderia perceber antes, ela 44:20 poderia ter assim: “Cara, eu tô consumindo demais.” Se a gente tivesse um sistema de educação 44:25 que ensinasse isso, porque não é difícil. Difícil é você ser o cara que entende super disso para tratar os 44:31 outros, tá? Mas dar esse conhecimento é muito fácil. E a criança, ela é ávida por 44:37 conhecimento. Uma vez me chamaram para dar uma falar sobre drogas numa escola. Quando eu 44:44 cheguei lá, era turma de jardim de infância. Tomei um susto. Falei: “Caramba, como é 44:51 que eu vou fazer?” E aí? Aí eu olhei aquelas mais fofinha. É. Falei: “Vocês tm certeza que eu tô na 44:56 sala certa?” Eu achei que ia falar para adolescente, né? Que já é um desafio, que você tem que falar na linguagem 45:02 deles, né? Sim. Olhei aquela criançada toda com a carinha fofa, toda sentadinha assim, 45:08 tinha umas 20 criancinhas. E aí eu falei assim: “Imagina um lago”. Aí as 45:14 crianças: “Ah, como é que é a água, tia? Limpa, linda, maravilhosa, quentinha. Ah, então eu vou, eu quero.” Tá bom. 45:21 Então vocês vão atravessar esse lago, tá? Agora, dentro desse lago tem um 45:27 jacaré. Aí, um jacaré, mas ele morde, tia. 45:32 Agora, se você chegar do outro lado, você ganha uma viagem para Disney. As 45:37 crianças ficaram, tinha uns mais afoitos. Eu quero, eu quero. Aí o outro falou assim: “Não, mas se o jacaria 45:42 morder, não quero não, tia, não sei quê”. Tá tá. Resumo da história. Eu cheguei e falei assim: “A droga, 45:48 crianças, é um jacaré. Vai te prometer muita coisa, mas você 45:55 corre o risco de morrer. Acabou. Aí os professores, era isso que a gente 46:00 queria, entenderam? Pronto. Aí foi um tal das crianças irem para casa e falar:”Mãe, a droga é 46:06 jacaré”. Aí os pais, que negócio de jacaré, de 46:12 droga. Quando a gente explicou os pais, perfeito, né? Eu falei, não vai falar que é a cuca, não vai falar que é a 46:18 assombração, que as crianças não vão dormir direito. O jacaré é uma coisa objetiva pra criança e não tá na casa 46:25 dela, tá ali. Então para optar. Então, se a gente fizesse um uma preparasse as 46:30 crianças o básico, eu acho que o primeiro ensino fundamental ali o de primeiro a quarto 46:37 ano, tinha que ter prova, não tinha que ter nada. Você tinha que preparar as crianças para saber o funcionamento 46:45 dos animais, do ser humano, ensinar elas a criarem, deixar solto, 46:51 ensinar também o quê? Disciplina, parceria e resiliência. Uhum. Se você conseguir fazer isso nos 46:58 quatro primeiros anos, depois, meu querido, conhecimento é fácil, sim, é muito fácil criar o gosto do 47:05 conhecimento. E que que a educação faz? Criança com 6 anos já tá de saco cheio, 47:11 porque tem tanta atividade que a criança chega em casa, tipo, exausta. 47:16 Então, fazer o básico. É, eu tenho um amigo amigão, ele uma vez 47:23 ele me contou, ele tem duas filhas, é o Marcial. Marcial, 47:29 ele ele me contou como que ele explicou sobre drogas pras filhas. Eu achei 47:36 incrível. Ele falou assim, ó, quando ela tinha uns 12 anos, Joel, pré-adolescência. Pré-adolescência, 10, 12. Eu entrei no 47:43 pal e elas hoje elas t, né? 20 e pouquinho. Eles falam assim: “Ó, a droga é assim, 47:50 você vai entrar no quarto escuro e eu não vou conseguir te enxergar, eu 47:56 não vou conseguir te ver, eu não vou conseguir te ouvir, eu não vou conseguir te salvar, não vai ter como.” Mas pai, é 48:02 o que escuro, não dá para te ouvir, tu vai gritar, eu não vou conseguir, tu vai bater na porta, eu não vou saber onde 48:07 você. Ele ele fez uma analogia com um quarto escuro, que é um lugar assim que ele não ia conseguir achar ela. Com 12 anos, OK. O que que ele quis 48:14 dizer? A gente vai estar em patamar tão diferente, é de forma de pensar, de forma de sentir, 48:21 que a gente não vai poder se comunicar, cara. E ele falou que aquilo elas entenderam. 48:26 Porque o pré-adolescente, o que que ele tem medo? O pré-adolescente tem medo da vida adulta. 48:33 Uhum. Então ele olha e fala assim: “Não, mas eu tenho meus pais, né, para me salvar”. Quando o pai diz: “Se você for 48:39 por essa estrada, eu vou te perder de vista. Eu não vou poder te salvar”. 48:45 Nossa, eu acho é muito forte. É forte e pra idade certa. É, é muito poderoso. 48:51 É pra idade certa. Então assim, para ti é prepara, educa para para os excessos, para as 48:57 recompensas. Agora, como que educa no numa mente consumista que ficou rica 49:04 e não nunca ela nunca teve relacionamento com essa riqueza, com essa abundância, com essas conquistas? 49:10 Aquilo que era antes impossível, hoje é possível. Aquilo que antes era impensável, hoje tá na mesa. 49:17 E ela ela vai comer aquele é uma bandeja, é uma bandeja, uma bandeja de doce para quem para quem 49:24 vai se lambusar. Doce para quem se lambusar, né? O teste do marshmallow, né? marshmallow fala: “Cara, eu tenho tudo, tenho isso aqui, eu tenho tudo, eu tenho 49:30 acesso a tudo”. Porque tem muita gente que passa por isso, né? Tem, mas porque não teve o preparo? A Diferença entre Consumo, Consumismo e a Importância da Dignidade 49:38 Se eu sei que o consumo é uma droga como cocaína, é, 49:43 é fala o o consumismo não é uma dependência. 49:49 Consumo, vamos lá. Consumo. Qualquer lugar do mundo você vai ter consumo, 49:57 certo? Tá? Então, consumo é o comprar algo que eu necessito, 50:03 tá bom? Consumismo é quando eu compro mais do que eu necessito. Compulsão de compra é quando eu preciso 50:11 comprar, porque eu dependo do prazer que a compra me dá. 50:17 Então assim, consumir é preciso. OK. consumir mais do que você precisa, OK? Se você trabalha para isso, ganha 50:25 para isso, mas se viciar em comprar, você tá ferrado. Mas assim, dá um exemplo, por exemplo, 50:32 eh, eu tô te perguntando porque eu não assim, dou um exemplo. Por exemplo, nós mulheres gostamos muito de sapatos e 50:39 bolsas, tá? Dá um exemplo. Você acha possível uma pessoa ter 300 bolsas? 50:44 Entendi. Vamos supor que você precise de 10. 50:49 Uhum. para você montou 10 possibilidades, tá? OK. Se você for comprar mais, 50:58 tira aquela que não tá usando. Uhum. Faz o mundo girar. Porque tem gente que 51:04 faz assim: “Ah, mas tá tão nove, essa é uma grife, eu não vou dar para uma pessoa porque ela não vai valorizar”. 51:10 Você dá por índole. você não dá se o outro vai cuidar ou não. Isso é apego 51:16 boa. Triste. E eu eu os meus as minhas funcionárias muito engraçado que elas falam assim: “Doutora, eu vou dizer uma 51:23 coisa. A senhora dá as coisas pra gente nova”. Eu falei: “Porque o que tá destruído eu não vou dar, eu vou jogar 51:29 fora”. Porque tem gente que acha, por exemplo, na época das enchentes de Porto Alegre, né? Todo mundo se mobilizando. 51:37 Eu recebi coisa para para mandar que era roupa furada, era coisa. Eu 51:43 falei, essas pessoas não tm o mínimo respeito pelas pessoas. Eu comprei coisas novas, lençol, 51:50 cobertor, [ __ ] se eu não pudesse comprar, ok, então dê. Se você tem três, 51:56 dê dois. Aí não dá pr as pessoas aquilo que você não gostaria. E se você tá 52:01 dando uma de grife, não é? se é grife ou não é? Deu uma coisa digna para alguém. Sim, porque se você dá, eu tenho uma 52:08 funcionária que é muito engraçada, ela fala assim: “Gostei desse seu perfume, qual é?” Acho ela muito interessante, a 52:15 Betinha. Aí eu falo, por que Bet? Ela não é muito bom. Falei: “Vem cá que eu vou te mostrar.” Ela nunca vou ter 52:20 dinheiro para comprar. Eu falei: “Não, então a gente faz o seguinte, se você quiser eu compro, eu desconto R$ 10, 52:27 mas vai levar tempo.” Falei: “Ué, mas você gostou? Você tem condição de 52:32 comprar? Se eu te eu posso fazer isso. Claro que no meio falo, não, já que tô. 52:38 Tá. Mas o exercício foi feito. Mas o exercício foi feito. Eu acho legal 52:43 porque assim, eh, ano passado eu dei, ela faz aniversário dia 31 de janeiro, eu dei, ela tá com namorado novo e eu 52:49 dei para eles irem paraa Parati na pousada que eu fiz. Uhum. Ela amou, ela voltou de lá. Todo ano eu 52:55 quero ir a Parati. Falei:”Então começa a se programar”. E ela fez, ela foi juntando do salário. Aí ela chegou, eu 53:02 agora, doutor, em dezembro vou aproveitar que a senhora tá lá em São Paulo, eu vou para Penedo, depois eu vou 53:08 para Parati. Eu acho isso lindo, uma pessoa que passou a sonhar, passou a se programar, 53:15 porque a gente poôde falar, isso aqui é bom, vale a pena você batalhar por isso. Uhum. Isso é respeito, não é menosprezar que o 53:22 outro. Ah, ele não vai entender que é bom. Entende? Entende. Uhum. 53:28 Não vamos menosprezar as pessoas. A coisa pior que tem é você ficar 53:35 exibindo coisas para pessoas sem ter um mapa de como elas podem chegar lá. 53:43 Boa. Ó, é só a educação que você tá falando aqui. O tempo aí é ostentação, 53:51 não é inspiração. Uhum. Quando você eh faz uma pessoa sonhar para ela ter algo eh que é 53:59 possível se você ajudar, eh você tá inspirando aquela pessoa, tá? 54:06 Quando tanto que ela tá voltando a estudar, porque ela fala que eu não sei 54:11 mexer no Pix. Eu falei: “Tem problema? Senta aqui comigo o dia que você quiser. 54:16 Eu não sei mexer no celular. Senta aqui que o dia que você quiser. Eu não sei muito, mas eu divido o pouco que eu sei. 54:22 Se de todo eu não souber te ensinar, fala com Gabriel. Gabriel é o meu filho do coração e meu sócio hoje. 54:29 Uhum. E tudo bem. E aí você vê que a pessoa vai se movimentando. A gente tem 54:34 obrigação de fazer isso. Porque a ostentação por ostentação é vaidade 54:39 pura. Quando que dá para perceber que a pessoa tá ostentando sinais óbvios, mas 54:45 que talvez não seja óbvio pra pessoa, que ela tá ostentando e que ela tá inspirando. Quando a pessoa começa a a 54:53 ter um pouco mais e aí ela começa a descrever o que ela tem, então ela deixa 54:59 de ser uma pessoa para ser isso aqui eu comprei na Itália, não sei o que, não sei que ela não perguntei. 55:05 Você já viu uma pessoa quando ela começa a botar as coisas como referência de 55:12 quem ela é, ela já tá deixando de ser. Isso é ostentação. 55:18 É, ela nem percebe também. Agora é isso que eu tô dizendo que de educação. 55:25 O Japão adotou mês passado, se eu não me engano, essa regra não se ensina, não 55:30 tem prova mais até o quarto ano. O que tem é o básico. 55:35 É o básico. Funcionamento do ser humano. Ele eles têm que fazer a faxina da sala, 55:42 eles têm que limpar os banheiros. As crianças pequeninas, claro que com supervisão de um adulto, né? Não tem 55:49 risco. Eles têm que fazer o basiquinho de preparar uma comidinha. 55:54 Uhum. O básico. Sabe aquela coisa, um purezinho. Aprender a mexer com a com a temperatura 56:01 do fogo. Tudo sobre supervisão. Aprender a colaboração. 56:07 Todo mundo lava. Ou então são quatro que vão lavar o banheiro. Cada semana são quatro. Um não vai rir do outro. Um vai 56:15 ver que falou assim:”Nossa, eu já tive lá. Então assim, é tão diferente 56:21 uma das coisas, por exemplo, eu tinha o o preconceito vem da ignorância, né? 56:27 Sempre. Sim, eu tinha preconceito com a China. Quanto mais eu estudo a China hoje, é muito 56:33 coerente. Na China o poder não passa de pai para filho, a política. 56:41 Vê aí os últimos líderes chineses, vê se algum filho teve carreira política. 56:47 Não, aqui no Brasil, veja as nossas lideranças políticas, 56:53 você vai ver, tem sempre antecedente. Então assim, a China ela se programou, 57:00 ela anteviu muito, ela importou muito, mas não era para importar como o Brasil 57:05 importa. Ah, vamos importar que tá mais barato, né? Vamos importar, não vale a pena fabricar, n? Ela importou para 57:11 aprender como fazer e aí ela exportou para enriquecer. 57:17 Então eu tinha um preconceito, talvez seja por questões ideológicas, 57:24 mas a China anteviu muita coisa. O preconceito vem da desinformação. 57:29 Da desinformação, da ignorância. Ô, ô, doutora, olha só, tem alguma forma Práticas Essenciais para a Saúde Mental e o Poder da Educação Infantil 57:36 da pessoa fazer um, sabe assim, a gente vai, escova o dente, a gente vai, toma banho, vai na academia, tudo pra gente 57:43 ficar saudável. Como que a gente pode fazer uma o básico do básico da saúde mental, sabe todo dia, tal, onde que tá? 57:50 É um exercício, é uma prática, um cuidado, é uma forma como pensa, é uma forma como 57:56 reage, é uma forma como dá significado pras coisas. Qual que é o básico assim igual escobar o dente que a pessoa 58:02 ficaria mais saudável e sofreria menos? Você vai, a gente falou uma coisa aqui do sono. 58:07 Uhum. Quando é que as pessoas falam da importância do sono? Porque se uma criança sabe disso desde sempre, as 58:14 crianças educam seus pais, né? É verdade. Não, não existe sistema eh melhor do que 58:21 crianças educando adultos quando adultos já deveriam ter sido educados. Verdade. 58:27 Por que que algumas ditaduras se mantiveram? Porque as crianças foram moldadas até 58:33 para delatar seus pais. Uma coisa ruim isso, mas o que eu tô falando é o poder 58:39 que existe quando você investe na educação das crianças pro bem ou pro mal, 58:44 certo? Mas existe. Então assim, quando você desde criança você transforma o 58:51 aprendizado do funcionamento humano numa brincadeira, num jogo, numa 58:57 diversão, ninguém vai tapear essa criança. Ninguém vai tapear essa criança. 59:05 Ah, muito bom. Porque ela vai saber. Aí você fala assim: “Bia, isso tá muito distante”. 59:11 Tá. Por isso que eu digo, por exemplo, agora eu acho que foi na Austrália que proibiu rede social, tem pouco tempo 59:18 também esse ano, que proibiu rede social eh antes dos 16 anos. 59:24 Uhum. Uma gritala, tá? Um a porque tava e a redução do aproveitamento dos 59:30 adolescentes tava gritante, né? Essa geração que tem que virar adulta ali, 59:36 não ia virar adulta ali, certo? Ou ia virar, mas sem nenhum tipo de perspectiva boa pro país. Então, 59:44 decretaram: “O que teve de adolescente indo pra rua? Quero meus direitos, quero 59:50 não sei quê”. A resposta da ministra lá que fez isso, estude para ver seus 59:57 direitos e venha ver. Quem sabe não saem bons advogados aí. 1:00:02 Uhum. Hum. Mas depois é é porque assim, quebrar o 1:00:08 que tá em funcionamento, mesmo que totalmente errado, parece que é um pecado, mas na realidade é saída. 1:00:14 É saída, né? Porque zona de conforto, meu querido, é bom, mas é um lugar que nada de novo vai 1:00:20 acontecer, não vai acontecer mesmo. E você cresce e se molda 1:00:25 das dificuldades. Por exemplo, a vida, eu digo que a vida é um game, né? ou uma 1:00:31 grande faculdade, você entra na faculdade, a primeira prova é idiota, né? 1:00:36 A segunda não sei que no final você não, aqui já tá pegando. A vida também é assim, a vida não vai facilitar, 1:00:44 vai sempre ficar mais complexa e desafiadora. Uhum. Mas isso não é para espantar. Por eu 1:00:52 quando falava com meus adolescentes falei: “Vai piorar, pô, Bia”. Eu falei assim: “Não, mas você vai est tão melhor 1:00:59 que você vai lidar com as dificuldades achando mais fácil que você tá vivendo hoje, porque a vida não descomplica, 1:01:08 mas a gente pode melhorar a ponto de qualquer problema você fala: 1:01:15”Isso, eu posso fazer isso, isso, isso”. Eu sempre tive com os meus adolescentes e na minha prática médica era assim: 1:01:21 “Chega um paciente, eu sempre tinha que ter três possibilidades de tratamento a 1:01:26 partir de um diagnóstico”. E eu decidia com o paciente, olha, nós temos três possibilidades, essa, essa e 1:01:32 essa. Explicava tudo. Uma consulta minha durava 2 horas, 2 horas meia a primeira 1:01:37 vez. Temos essa e essa opção. Não decide você. Não decido não, meu amor. No game 1:01:43 da vida você tem que tá lá. Exato. Dirigindo. Exato. Porque um dia eu não tarei. Falava muito 1:01:50 isso. E você vai continuar. Não, mas não é sério. Eu quero ter a 1:01:58 convicção que você sobrevive. E melhor, hoje quando eu saio na rua, alguém fala 1:02:04 assim: “Ah, me inspirei em você, tô fazendo”. Eu falei: “Então, esperou, quero ser nem você”. Eu falei, não faça 1:02:09 isso, seja melhor Uhum. Porque eu quero aprender com as gerações que vieram, 1:02:15 né? Que estão vindo agora. Seja melhor, você tem muito mais tecnologia, se souber usar, você vai ficar muito melhor 1:02:22 que eu. E essa é a regra. As gerações seguintes tem que ser melhores. É verdade. Turma, primeira coisa, se 1:02:29 inscreve no canal. Todas as semanas a gente coloca conteúdo aqui de extremo valor para você. Então, quando você se 1:02:35 inscreve no canal, você recebe em primeira mão, você é notificado e você não perde nada, fica por dentro de tudo. 1:02:41 E também todos os vídeos, no podcast, todos os conteúdos que a gente coloca aqui, tem um link para você falar com a 1:02:47 Laila. A Laila é a minha assistente virtual e aí você fala com ela diretamente no WhatsApp. Então, qualquer 1:02:53 dúvida que você tiver, palestra, programa, mentoria, consultoria, eventos, se você quiser tirar alguma 1:02:59 dúvida, você fala diretamente com a Laila e precise, a gente manda você para alguém do meu time também. Então, a 1:03:06 partir de agora você tem acesso a ela diretamente, 24 horas por dia, 7 dias 1:03:11 por semana. Beleza? Eu lembro uma vez eu conversando com uma amiga, ela falou assim: “Já tem um tempo, já pô, deve ter 1:03:18 uns 10 anos, talvez.” Aí ela falou assim: “Olha, se eu der pelo menos a metade para minha filha que 1:03:25 o meu pai me deu, eu falei:”Não, não, não, não, não, não, não, pô, você quer 1:03:30 dar metade, já tá errado. Olha a preguiça, pô. A metade do que seu pai te deu, eu já tô satisfeita. Não, você não tem que 1:03:36 dar metade, você tem que dar o dobro. O dobro, porque nós temos dobro de possibilidades. Pois é. Aí ela, como assim? 1:03:45 É igual, é igual quando eu vejo uns professores dando aula, falando assim: “Olha, eu tô falando com 5.000 pessoas. 1:03:51 Se pelo menos uma pessoa entender que eu tô falando, falei:”Pô, tem 5.000 na sala, só quer uma. Um pouquinho mais, só 1:03:58 um pouquinho mais. Puxa um pouco”. A errado, né? Eu quando dava aula eu fazia 1:04:03 assim, alguém tem dúvida? E não era no final, eu fazia três vezes. Eu dividia o 1:04:08 tempo da aula em três tempos. Aí ninguém. Eu falei assim, tem alguma coisa errada. 1:04:15 Ou vocês não estão entendendo nada, ou eu estou falando chinês, mandarim, ou 1:04:22 então vocês não estão nem aí. Só me diz qual é, porque quem não quer tá liberado. 1:04:28 Dou presença para todo mundo. Uhum. Aí tinha uns que saíam. É, quem não tem dúvida é porque não 1:04:33 entendeu mesmo, né? É. Aí quando saí o pessoal que tava ali fazendo outra coisa, eu falei: “Não, 1:04:39 pode, posso ir mesmo?” Com certeza pode ir de boa, não é 1:04:44 pegadinha, não é nada. Aí os que ficavam, ah, eu tô com dúvida. Porque a 1:04:51 gente tem que sempre perguntar, eu tenho uma mania, quando eu mando recado pra equipe, eu sempre boto assim: “Deu para 1:04:58 entender? Porque às vezes eu tô falando e a pessoa tá entendendo outra”. Parece uma coisa 1:05:03 óbvia, né? Mas eu já vi gente, não entendi. Aí eu falo assim, quando alguém fala, entendi. Então me diz que que você 1:05:10 entendeu isso eu. Isso aí. Porque a comunicação tem que ser clara. E eu não falo isso para ofender ninguém, 1:05:16 porque pode ser que eu tenha me comunicado mal. Então é uma via. Então tem gente que fala assim: “Tá bom, Bia, 1:05:23 foi isso, isso, isso”. Falei: “Nossa, entendeu? Melhor até do que eu esperava”. 1:05:28 Então, a gente tem que ter essa essa humildade. Não sei se humildade, mas essa clareza. A Importância do Pensamento Crítico e a Natureza da Psicopatia 1:05:34 que não não é o que a gente fala, é o que o outro entende. E você tem que dar um jeito, essa coisa 1:05:42 a muito complexo para explicar. Mentira, se é muito complexo para explicar, você 1:05:47 não sabe o que tá falando. Exato. Fala simples, prático. Sempre tem um jeito de você transmitir. 1:05:54 Uhum. sempre dá mais trabalho. Talvez as pessoas não queiram é o trabalho. 1:06:01 Por que que você acha que não antes que o que mais você escutar na 1:06:06 rua das pessoas? 1:06:13 Eh, por incrível que pareça, né? Engraçado que é transgeração. 1:06:18 É, né? Porque eu fiz televisão muito tempo, né? Eu tive o privilégio de fazer várias 1:06:24 vezes Jo Soares, tive o privilégio de fazer algumas vezes Marília Gabriela, 1:06:29 tive o privilégio de ser consultora mais você durante muitos anos e 16 anos de 1:06:34 sem censura como consultora. Então assim, tudo que a televisão podia me dar, ela me deu. 1:06:40 Uhum. Né? E eu digo que é um privilégio, porque é um privilégio mesmo, por exemplo, sentar naquela cadeira do Jô, 1:06:46 um cara inteligentíssimo, mas assim, não conheci um cara mais 1:06:51 inteligente até hoje e mais cheiroso, mas não sei o perfume dele até hoje, 1:06:56 porque ele não falava. Quando você tem esse privilégio, você tem que saber aproveitar. 1:07:02 Uhum. E eu acho que as pessoas eh não valorizam as coisas. É tudo muito. Ah, 1:07:11 eu fui dar uma palestra uns 3 anos, 4 anos atrás e eu falei assim, falei de Jô 1:07:17 numa faculdade, as pessoas não sabiam que era Jo e ele morreu 15 dias depois. Foi tão 1:07:23 engraçado, eu falei: “Eu não acredito que vocês não saibam que é o J Soar. Então vocês vão no YouTube fazer isso, 1:07:29 isso, isso. Como eu gosto de fazer isso assim, você não conhece Xadê? Xadê adu? Não conheço. 1:07:36 Falei:”Então você não entendeu? que existem músicas que vêm de outra dimensão, sabe? Aquelas pessoas que você 1:07:42 ouve uma coisa, você fala: “Isso é diferente”. Você tem que acostumar o ouvido a isso, porque existe 1:07:49 uma coisa no cérebro que é o cérebro se tem que tornar sensível às coisas boas, 1:07:56 porque senão você vai ficando insensível às coisas ruins. A gente vive um momento 1:08:03 de dsensibilização. Você já notou que existem coisas absurdas 1:08:09 no mundo? E a gente tá, né? E tá como se fosse tudo normal. tá como se fosse tudo normal. Isso é um 1:08:17 processo de dessensibilização. Todo mundo vai fazendo e aí fica aquela coisa assim: “Ah, mas fulano faz, 1:08:24 ciclano faz”. Isso é perda total da capacidade de ser consciente. 1:08:30 Total. Sabe aquela coisa assim que mãe diz para filho, né? Ah, mãe, não vou 1:08:35 fazer isso não. Você vai fazer. Aham. Mas fulano não faz. Todo mundo faz. que a mãe fala assim: “Você não é todo 1:08:42 mundo, você não é todo mundo.” E que é maravilhoso, porque ninguém é igual a ninguém. Então assim, só para 1:08:49 finalizar aquela coisa cérebro, mente e consciência, a consciência é que vê 1:08:55 isso aí a mente e que sabe como o cérebro funciona. A mente e mente. 1:09:02 A mente e mente. Então não confie seus pensamentos. Submeta seus pensamentos a um pensamento 1:09:08 crítico. Que que é pensamento crítico? Não é pentelhar e ficar criticando tudo. 1:09:14 Pensamento crítico é passar pelo crio do faz sentido ou não faz sentido. Uhum. 1:09:19 Por exemplo, eu nunca caí em golpe desses negócios. Ah, fulano, eh, tem um amigo que tá vendendo tudo para ir para 1:09:26 fora, uma televisão de não sei quantas polegadas, R$ 100. Eu tenho um senso 1:09:32 crítico, Ja, que é, tipo assim, não faz o menor sentido, porque primeiro, se eu fosse mudar de país, eu doava 1:09:39 Uhum. Paraas pessoas que me são legais. Se eu vou para um lugar que é muito barato 1:09:44 comprar essas coisas, para que que eu vou levar? E por que que eu não dou? Então, eu já ia achar que esse cara é um 1:09:51 muquiran. Uhum. Que não, [ __ ] por que que não deu para quem lhe serviu 1:09:56 bem? Tá bom, mas vamos supor que ele tem todo o direito de ser miserável. OK, vai ser 1:10:02 miserável, mas depois, mas não faz sentido, porque se ele tá com tempo para vender, por que que ele não vende pelo 1:10:08 um preço razoável? Tira 30%, né? Saiu da loja. 1:10:13 Sim. Por que que tá vendendo tão barato? Não existe golpe que floresça em cima de uma 1:10:20 cabeça pensando. É verdade. Então você hoje tem nunca teve tanto 1:10:26 golpe porque as pessoas perderam o senso crítico. As pessoas não questionam as 1:10:32 coisas, mas não é questionar para ser rebelde, é questionar, tipo assim, isso faz sentido ou não? 1:10:39 Porque o nosso cérebro, por mais que seja uma máquina, eh, a consciência tem 1:10:45 pensamentos, mas a minha consciência ela vem com esse sensor, por exemplo, o 1:10:52 mesmo sensor que faz com que a gente saiba o que é certo e errado, independente de lei. 1:10:57 Uhum. A questão do da psicopatia, que eu brinco, a gente vem de fábrica, 1:11:04 tirando os psicopatas, com juízo moral, que é a nossa consciência. 1:11:10 Isso fica tão claro, porque um bebê de 8 meses ou 9 meses já tem isso. 1:11:15 Uhum. Você pega um bebê, vai para uma pracinha, se uma criança cai, você já viu a reação 1:11:22 do bebê? Ele fala assim, ele tem noção que ali tá acontecendo alguma coisa que não é legal. Ela faz a carinha quase 1:11:30 tipo assim, tem alguma coisa errada ali. Sim, né? Isso é o senso de que aquilo não é 1:11:36 legal. Se você eh pega, você tem filho, 1:11:41 três, três, contar a historinha para filho, né? Uhum. que eu acho maravilhoso, que nunca se 1:11:49 perca essa tradição, porque o contar de história molde o caráter. 1:11:55 É a primeira coisa da fala, né? E eu eu não tenho filhos, mas eu tenho sobrinhos 1:12:00 netos pequenos, não pude ter filhos. E aí é muito interessante que quando eu vou contar uma história, eu vou falar 1:12:07 assim: “E aí o a princesa foi presa numa torre e aí o príncipe resolveu 1:12:13 libertá-la. Aí no meio do caminho ele tá indo, aí aparece um sapo que se 1:12:19 transforma numa fada que dá ele uma espada e ele continua, ele vai recebendo 1:12:25 aquilo. Daqui a pouco eu falo assim:”Vou inverter essa loja”. Aí eu falo assim: E aí no meio do caminho apareceu 1:12:31 um outro cara que chegou, falou assim: “Quer saber uma coisa? Eu te dou 1 milhão nessa espada”. E ele fala assim: 1:12:37 “Tá bom, não queria tanto essa princesa também, vou embora”. A minha sobrinha neta quando tinha 4 anos falou: “Que 1:12:43 isso, tititi? Tá errado”. Eu falei: “Ué, mas ele não pode fazer 1:12:49 não, ele não pode fazer, ele tem que salvar a princesa. Por quê? Porque é o 1:12:55 certo. Quatro anos. Olha aí. E de vez em quando eu falo pras barbaridades assim, pras crianças, 1:13:02 para dar uma testada. para dar uma testada, porque assim vem instalado, só não vem nos psicopatas que aí 1:13:09 o psicopata não não não tem esse senso moral. O psicopata não, 1:13:15 ele não, ele psicopata pr quanto mais grave, né? Por exemplo, ele sofre 1:13:20 não, zero. Ele tem pena dó? Não, 1:13:27 pelo contrário, excita pena. Eita, por exemplo, o ser alquilha, ah, ele não basta matar, ele tem que fazer 1:13:34 um requinte de crueldade de subjugar. Ted Band, o maior psicopata até pouco 1:13:41 tempo, já foi ultrapassado, americano, né? Eh, ele dizia uma coisa no julgamento dele, ele falava assim:”Eu 1:13:48 sou Deus”. Aí as pessoas: “Você é sou. Porque eu determino a hora que uma 1:13:54 pessoa vai deixar de viver. Quem determina a hora de alguém morrer? é Deus. Eu sou Deus. E ele falava:”Me 1:14:01 excita profundamente quando eu vou matar uma mulher, torturo, torturo e ela começa a me tratar bem, 1:14:08 achando que isso vai me impedir de matá-la”. E o prazer tá na subjção 1:14:14 e não no ato de estuprar ou no ato de matar. Uhum. E se você for ver os nossos psicop 1:14:20 maníac do parque, falava a mesma coisa. Falava a mesma coisa. 1:14:26 É um bichinho diferente. O psicopata é uma coisa literalmente não humana. 1:14:31 Teve um psicopata nos Estados Unidos, rapaz que acho que foi com a pena de morte e tinha uma 1:14:39 tatuagem assim, não sei se você viu, um ele tinha uma tatuagem na boca assim 1:14:45 e ele matou algumas mulheres e e aí na sentença, cara, não sentiu nada. Não sente. Se 1:14:54 você for definir o que que é psicopatia, psicopatia é um tipo de funcionamento cerebral em que a pessoa não tem empatia 1:15:01 e não tem culpa, não tem remorço. Se ele não tem esse funcionamento, usar uma 1:15:07 pessoa para ele é como beber água. Então o outro para o psicopata é um 1:15:13 objeto de uso para obter prazer, poder 1:15:18 ou status. E se puder ser esses três Uhum. melhor. Então, não sente mesmo. E 1:15:25 isso eu falo desde que eu lancei Mentos perigosos. Como se trata na lei, a lei é igual para 1:15:33 todo mundo. Eles não são iguais a todo mundo. Não existe justiça. Justiça quando se 1:15:39 trata igual, igual Uhum. E diferente com as devidas e diferenças. 1:15:45 Se for pessoa que não é psicopata, você com as diferenças você tem que ajudar. 1:15:52 Mas se as diferenças são para destruição do resto, eu questiono muito esse senso de justiça 1:16:00 do sistema judiciário. Igualdade é quando você trata as 1:16:06 diferenças e dá a possibilidade para todo mundo tá na mesma, né? Agora o outro não é humano, 1:16:15 é uma outra coisa. E as pessoas ficam: “Ah, mas o meio social, gente, se o meio social fosse produzir sociopatas, o Brasil era líder 1:16:23 de Sirial Kil. Não é só isso, essa questão tipo assim: 1:16:28”Ah, mas é a sociedade que produz. Não, eu adoraria”. Mas assim, a grande maioria do Brasil 1:16:35 com todas as desigualdades são pessoas do bem. Sim, é verdade. Boas. 1:16:41 A maioria é verdade. Você vai, eu mando muito pelo Nordeste, dou palestra muito interior mesmo, 1:16:46 assim, a alegria daquelas pessoas 1:16:52 é diferente. Eu toda vez que vou pro Nordeste eu falo: “O Nordeste é diferente”. Não, o Nordeste é maravilhoso, é diferente. 1:16:57 O Nordeste é incrível. Bia, você toma café? Tomo. Vamos tomar um cafezinho sem nada. 1:17:04 Eu também, mas vou. É, eu vou. Tem um tem um quadro aqui que é de café. 1:17:11 E é muito legal enquanto elas preparam um café para você. O quadro é Café com Conselho. 1:17:16 Café com Conselho. Parece um livro que era Café para Sócrates. 1:17:22 É maravilhoso. É antigo esse livro de um cara eh filósofo que duríssimo, né, como 1:17:29 professor de filosofia. Isso foi da década de início da década de 90. E aí ele começou para ganhar um dinheirinho, 1:17:35 mas os cafés não abriam domingo em Paris. 1:17:40 Aí ele tinha um amigo que tinha um um café. 1:17:45 Ô querida, obrigada. Tinha um amigo que tinha um café e ele falou: “Você deixa eu abrir?” Ah, tá aqui a chave. Aí ele 1:17:53 começou botar anúncios, impostos, que não tinha rede social. Eh, se quiser 1:17:59 bater um papo sobre filosofia. Tá, t. E esse café começou a encher aos domingos 1:18:04 e ele botou café para Sócrates e foi um grande sucesso. Esse cara depois virou terapeuta 1:18:11 Uhum. de filosofia. E uma das coisas que eu acho que a rede social trouxe de 1:18:16 maravilhoso, quanta gente de filosofia que ninguém falava de filosofia. 1:18:22 Agora a turma fala, né? A turma fala. Tá aí a professora Lucia Helena, tá aí a Miriam, a Miriam Garcia. 1:18:31 Claro, Cortela, claro, eh, carnal, mas tem uma geração nova, 1:18:37 tem, é, né? Eu acho muito a internet deu voz, né? Deu voz. Isso foi muito bacana. 1:18:42 Muito bacana. Bom, Café Conselho é um quadro que a gente tem aqui. Oferecimento Cheirinho bom. É cheirinho. Cheirinho. 1:18:50 É mineiro. Cheirinho bom. Cheirinho bom é patrocinador do JJ. 1:18:57 Melhor café que tem, Mineiro. É, né? E a Cheerbom, ela é uma franquia, né? É 1:19:04 uma rede de cafeterias, maior rede de cafeterias do Brasil. Então, se você quiser conhecer mais Cheerimbão, ser um 1:19:10 franqueado, por favor, veja na descrição aqui como que você faz para participar. Além de ter produtos deliciosos, tá? 1:19:16 Três anos com a gente. É mesmo? Tr anos. Tr anos a turma gosta. E manda café para caramba. Se você quiser café 1:19:22 agora, nunca mais você paga café, tá? Bom, né, galera? Tiimão Eduardo e o 1:19:27 Wilton. Café. para Bia. E tem tá lá no Rio tá se espalhando rapidinho. 1:19:33 Essa a franquia, né? Cheerim. Cherbão. Olha aí, viu? Uhum. Aliás, Cherimb no Rio de Janeiro é a 1:19:41 praça Rio de Janeiro é que mais tem Cheerbom no Brasil. Ah, então não foi uma impressão errada. É, é que mais tem. 1:19:46 Eu observo tudo. É, tem até no Shopping da Gávia também. É isso aí. Cheirinho bom no Rio de 1:19:52 Janeiro. Isso mesmo. Bia, é o seguinte, você tem a oportunidade de tomar um cafezinho? 1:19:57 Uhum. para pedir um conselho. Aí eu quero saber 1:20:05 com quem que você vai sentar para pedir um conselho, que conselho é esse e que Perguntas a Jesus e Einstein sobre Consciência e Generosidade 1:20:11 tipo de resposta você acha que você receberia? A pessoa pode já ter morrido, tá? 1:20:20 Quem eu pediria um conselho? Eu não sei se conselho, mas assim, eh, que é muito difícil 1:20:27 conselho, porque conselho é você vai ter que pagar para ver. 1:20:34 Exato. Sabe? Eh, talvez uma orientação ou talvez uma coisa sincera. Olha, se eu 1:20:41 fosse você tentar isso um ponto de vista, né? Ponto vista. Ó, eu acho 1:20:50 que eu adoraria, por exemplo, de cara, eu adoraria falar alguma coisa com Jesus Cristo. 1:20:58 Uhum. Adoraria. Eh, o que eu perguntaria a ele, perguntaria, você sabia que ia ser 1:21:05 morto dessa forma que você foi? Uhum. para saber se ele tinha consciência 1:21:11 do nível da humanidade. Mas assim, consciência mesmo, não era 1:21:18 aquela coisa, ah, vou aceitar o que meu pai disser. Você você sabia assim, é, você tem noção do tudo que você vai, 1:21:23 foi jogado telão para você dizer assim, eu topo, né? Eh, e eu acho que Einstein, eu adoraria 1:21:32 perguntar a Einstein se ele voltasse agora se ele seria mais generoso com 1:21:39 filho esquizofrênico dele. Nossa, foi um cara genial. 1:21:46 Eh, mas eu acho que eh teve uma mulher excepcionalmente inteligente. Uhum. 1:21:54 Que o ajudou muito eh nas conquistas dele, mas naquela época as mulheres não eram reconhecidas. 1:22:01 eh teve um filho esquizofrênico, eh, do qual ele falou muito pouco e no 1:22:08 final ficou com a mãe mesmo, né? Então, eu acho que eu eu iria perguntar, tipo, 1:22:15 um homem que revolucionou a física eh esqueceu de revolucionar a consciência? 1:22:22 Acho que perguntaria. O que que você acha que ele falaria para você? Acho que ele falaria que se ele soubesse, se ele pudesse ver com os 1:22:29 olhos de hoje, ele teria feito diferente, eu acho. Ou seja, a consciência sempre garante a 1:22:35 responsabilidade, né? É, porque de alguma maneira, Jota, eu 1:22:41 tenho uma convicção que a vida não acaba quando acaba. Eu acho que nós somos eh 1:22:49 eternos mesmo, não em forma material. Uhum. numa forma eh que eu não sei exatamente 1:22:57 como, mas desde os meus 12 anos eu sempre achava 1:23:04 quando as pessoas falam: “Ah, vou estudar para quê?” que eu falava assim, gente, a gente estuda, a gente aprende, 1:23:09 de alguma maneira, esse conhecimento vai para algum canto e um dia eu resgato. 1:23:14 Mas eu achava isso como uma criança. Eu fui crescendo, quando eu comecei a exercer a medicina, uma das coisas que 1:23:20 mais de mim me desafiava era tratar pessoas eh com Alzheimer. 1:23:26 Uhum. E doí horrores porque eu vi aquela pessoa deixando de existir ainda em 1:23:31 vida. Sim. Então eu tive paciente, chegou uma hora que falou: “Não aguento”. Eu tive 1:23:36 pacientes que chegavam eh me eram muito queridas e a doença evoluindo chegava a 1:23:43 um ponto, chegava tudo bom, ela não reconhecia mais. Aí o parente 1:23:49 falava: “Mãe, é Bia”. Ah, aí eu olhava, 1:23:54 mas ela em algum momento eles falavam assim: “Rel, tinha uma lembrança que eu não sabia”. E do nada este paciente, 1:24:03 quem tem tem parente evolução de Alzheimer, tem vezes que 1:24:08 essas pessoas olham para você e fala: “Tudo bem, J?” E já não sabia. Uhum. E fazia isso comigo. 1:24:15 Fala: “Cara, tem alguma coisa errada de alguma maneira, o que essa pessoa é na 1:24:20 minha cabeça tá armazenado.” Uhum. O problema é que o cérebro tá dando 1:24:26 defeito. O cérebro como se fosse o rádio. Uhum. não tá sintonizando a estação onde 1:24:31 esse conhecimento está armazenado. Uhum. Eu tinha certeza disso. E eu me lembro 1:24:36 quando eu falava, gente, deve existir um lugar, uma nuvem que isso fica e como o 1:24:42 cérebro não tá, o cérebro tá ruim, tá com defeito, ele não sintoniza mais para 1:24:48 haver esse download. Eu não falava download na época, essa recuperação de arquivo. 1:24:54 E aí quando surgiu o iCloud, eu olhei e falei assim: “É isso”. Aí a pessoa 1:24:59 falava para mim: “Mas B não tem nada a ver.” Claro, tem a ver onde é que tá teus documentos na nuvem. Pode estar nas 1:25:05 Filipinas, na Rússia, sei lá onde tá. E você usa ele. Aham. E por que que isso não pode acontecer 1:25:11 com a gente? Existe alguma maneira de arquivar o 1:25:17 próprio DNA? É um arquivo de informação. Exato, né? Então assim, eu me lembro que quando 1:25:23 eu falava isso, pessoal, Bia, você é muito viajante. Quando veio a Cláudia, eu liguei para cada um dos amigos, eu A Importância do Contraditório e a Evolução do Pensamento 1:25:28 falei: “E aí, a viagem, que que você vai fazer? Não vai usar nuvem não, porque não tá dentro da sua casa não?” Pensando 1:25:35 bem faz sentido. Falei: “Não tem como, faz sentido.” Qual que é a coisa você mais gosta de 1:25:40 estudar? Eu gosto de quase tudo, sabe? Eu sou aquela de ler, de estudar, de pesquisar. Adoro 1:25:47 assim de porque eu eu te te ouvindo aqui, por que que eu fiz essa pergunta, né? Te ouvindo aqui, você tem um você tem um lado 1:25:55 filosófico muito forte, né? Você tem uma bagagem filosófica muito forte, né? Você seus conceitos são filosóficos. Por que 1:26:01 não tal coisa? Porque a filosofia em última instância é a o estudo 1:26:09 da sabedoria. E se tudo der certo, o ser humano caminha paraa sabedoria. Se deu errado. 1:26:14 Uhum. É porque eu vejo que você por que não isso questiona, critica. Exato. 1:26:20 Senso crítico. Calma. Senso crítico. Por que tal coisa? Por que não nuvem aqui? Porque filosofia pura. 1:26:26 E eu não tenho menor problema, por exemplo, de dialogar com quem pensa diferente. 1:26:32 Porque assim, só as pessoas que toleram o contraditório 1:26:37 tão no caminho certo da sabedoria. Eu não preciso me apegar, eu não preciso 1:26:43 concordar com você. para conversar com você. Eu não preciso me apegar à sua verdade, mas eu posso 1:26:50 tornar a minha verdade mais flexível se tudo der certo. Verdade mais flexível. 1:26:56 Sim. Porque assim, imagina você com 17 anos, você pensava coisas que hoje você olha para trás e fala assim: “Que erro! 1:27:04 Eu faço isso hoje, Bia”. Eu isso é maravilhoso. Eu às vezes eu desço do palco, falei uma coisa, isso já aconteceu várias vezes, 1:27:10 desci do palco, falei uma coisa, deu um comando assim, porque isso é isso, isso é isso, é aquilo. De palo, falei, cara, 1:27:15 nunca fiz. Será que é assim? Exatamente. Mais nisso, exatamente. Eu não vou mais falar isso. Eu lembro que uma vez eu falava assim, 1:27:21 eu eu falei assim, ó, eh, ô gente, olha só, um monte de gente me ouvindo. 1:27:28 Importante é o resultado. O eh como é que foi? 1:27:35 O o empenho é importante, o desempenho que é importante. Terido p falei: “Não, 1:27:40 tô errado. O empenho também é importante. Teu o empenho certo leva o desempenho 1:27:47 certo. Não, pera aí, pô. Não, não é assim. Ah, eu não, não é que não me importo com esforço, não. Eu me importo 1:27:52 com o resultado. Eu falei:”Não, não, não, não. Eu me importo com o esforço também. As pessoas esforçadas me chamam atenção. As pessoas esforçadas 1:27:59 elas brilham na minha frente. Então, pera aí. Ajusta, arruma. Isso é comum eu 1:28:04 falar e é comum também falar e falar no palco, que eu mudei de opinião, gente. Até no ano passado eu 1:28:12 pensava assim, hoje eu penso diferente, deixa eu deixa eu elaborar mais. Eu 1:28:17 acho, eu enxergo isso como uma, nossa, como uma oportunidade de 1:28:23 crescimento gigantesca. Isso é o pleno exercício da tal consciência. É, 1:28:29 você, a sua consciência reflete sobre a sua mente. A sua mente 1:28:36 produz os pensamentos, a cognição e a sua, eu brinco que a consciência é 1:28:43 um drone, é o nosso drone. Ele tá acima. Sabe quando você tá fazendo uma coisa, ela tá 1:28:49 aqui, aí você fala: “Tá errado isso que eu tô fazendo”. A sua consciência não é você, não é sua mente, né? Ela você tá falando do ego, você tá falando 1:28:56 do ego, não é mais que isso. A minha consciência é quase uma forma de de 1:29:03 divina, né? Tudo vê. Se você desenvolver a tua consciência, é isso, isso acontece 1:29:08 muito comigo também. Eu tô no meio da palestra, eu falo: “Faz sentido isso que eu acabei de falar? 1:29:14 E se se a minha consciência falar assim:”Não, Bia não faz gente, volta, volta, pera, pera um minuto, 1:29:21 volta que os universitários aqui estão comigo que eu falei uma besteira sem menor. 1:29:26 Maravilha! É muito bom, né? Não é, é muito bom você não ter o compromisso com a verdade e ter o 1:29:33 compromisso com o erro. O Abujanra que falava isso, né? Idolâre, idolâre dúvida na naquele provocações, 1:29:41 né? O Antônio Bujujoran falava idolária dúvida. Se tudo der certo, a gente vai continuar estudando. Não é para saber 1:29:47 tudo, para ter novas dúvidas. E isso é legal. É porque o homem é medido pela, não pelo 1:29:54 que ele fala, né, mas pelas perguntas e as dúvidas que ele tem, né? Exatamente. É, ele é medido por aí. Você tá 1:30:00 escrevendo alguma coisa nova? Tô. E não sei se vou dar conta de de 1:30:05 entregar, né? Porque o prazo, e é muito interessante, o meu editor é o Mauro 1:30:10 Palermo, da Globo Livre. Ele é maravilhoso porque assim, nunca me cobrou nada e toda vez que eu vou 1:30:17 assinar um contrato, eu falo: “Bota prazo”. Bia, não precisa entre a gente, falei: “Você não tá entendendo, bote 1:30:23 prazo”. Isso é fundamental para eu me organizar, para eu saber o número de horas que eu vou ter que eh o quanto eu 1:30:30 tenho que dormir, o quantas horas eu tenho que fazer, o quanto eu tenho que parar de outras atividades, porque dá 1:30:36 trabalho, são muitas horas que você tem que se dedicar ali. Eh, e ele fala isso, eu falei: “Bote, 1:30:43 porque eu sou TDAH, meu amor. Se eu não tiver prazo, eu não funciona. Vaiora. Eu 1:30:48 tenho que fazer o ritual de produtividade todo dia. Eu começo meu 1:30:53 dia na véspera listando tudo que eu tenho que fazer no dia seguinte, escrevo 1:30:59 tudo e durmo linda, que nem a Cinderela. Porque quando você materializa o teu 1:31:05 pensamento, teu cérebro não precisa ficar, ó, não vai esquecer disso, não vai esquecer daquilo. Tenho sempre um 1:31:12 caderninho do lado. E se eu acordar de noite lembrando de alguma coisa, tem o caderninho, eu anoto. Vamos dormir, meu 1:31:18 lindo. Vamos dormir que você não vai resolver nada agora. Amanhã de manhã e 1:31:23 várias vezes eu acordei, anotei. No dia seguinte, falei:”Gente, eu anotei isso”. 1:31:29 Então assim, a gente tem que saber conduzir nosso cérebro, nossa mente. 1:31:34 Exato. Exato. Eu gosto também de escrever, aliás, é 1:31:39 mais do que gostar, eu preciso. Te organiza a mim também. Então, eu tô com um livro 1:31:46 que é um vai ser um grande desafio, não posso falar, mas é um grande desafio porque sai da minha zona de conforto. 1:31:52 O tema, o tema porque mexe com a mente. Eh, 1:31:59 é, é, é como se você é algo que as pessoas acham que não tem nada a ver com 1:32:04 a mente, mas nasce na mente e quebra um paradigma 1:32:10 grande. Eh, e se tudo der certo, vem. Adoro, se tudo 1:32:16 der certo. E se tudo der certo, eu já adorei. E se eu conseguir ter a disciplina eh 1:32:21 para organizar esse tempo, olha, ele ele terá 11 capítulos. Eu entreguei 1:32:28 seis. Ah, tá bem. Bom, bom. Negócio como é que eu vou 1:32:34 fazer os outros cinco? Você escreve todo dia? Quando eu quando eu tô produzindo, por exemplo, aí eu 1:32:40 tiro 15 dias, aí só faço aquilo. Ah, legal, funciona bem, né? Só faço aquilo 1:32:45 15 dias escrevendo. É, aí daqui a pouco produzir três, aí daqui a pouco, daqui a pouco eu tiro mais 15 dias. É hiper foco mesmo. Assim 1:32:53 e não consigo fazer diferente. Eu adoraria ser aquela pessoa que escrevo eh uma duas horas por dia. Adoraria. Eu 1:33:00 não consigo porque quando eu começo aí vai ficando bom, vai ficando bom, vai 1:33:05 ficando bom, porque eu falei: “Não, eu quero ficar mais tempo.” E como é que é teu dia a dia? Como é que 1:33:10 são tuas teus negócios? Que que você faz hoje? Como é que 1:33:16 você você produz conteúdo? Você palestra, aí você tem negócio, aí aí você escreve livro? Olha, tem uma coisa 1:33:21 muito bacana que eu tenho hoje eh sócios 1:33:28 de confiança absoluta, assim na capacidade, na honestidade 1:33:34 e no como é que eu vou dizer? Eu eu costumo 1:33:39 dizer assim, a gente pode fazer qualquer coisa, desde que esse qualquer coisa 1:33:45 seja algo que vá somar na vida dos outros. Se não for, não me chame. Eu já 1:33:51 recebi propostas obscenas, né? Eh, para estimular vício nos outros. 1:33:57 Estimular vício. Poderia garantir a minha sobrevivência, aposentadoria, por resto da vida, não 1:34:02 precisava mais trabalhar, mas eu não conseguiria. Uhum. Não critico quem faça. Muita gente faz. 1:34:10 Uhum. Eh, mas não me é possível por causa da consciência. 1:34:15 Uhum. E eu tô mais preocupada em ser fiel à minha à minha consciência. Uhum. E ser de verdade. Então eu eu deixo 1:34:22 claro pro meu time, ó, se for para servir as pessoas, conta comigo, né? Se isso vai somar na vida das pessoas, 1:34:29 conta comigo. Se isso não vai somar. E eles, engraçado que é uma garotada muito 1:34:34 jovem, mas eles já sacaram exatamente isso. Tanto tem vezes que ele fala: 1:34:39 “Olha, não vou nem te passar uma proposta que fizeram porque é obsceno”. Falei: “Então não precisa”. É que 1:34:46 vocês já sabem, a gente tem que somar na vida das pessoas, porque senão, meu querido, 1:34:52 não vale, não vale. Até porque as propostas foram tão obscenas que eu não 1:34:57 precisaria trabalhar e você imagina ficar demente, né? É, não, não, não. Desuso, desuso. Não, não é o meu, não é O Impacto do Jô Soares e o Sucesso do Podcast PodPeople 1:35:06 a minha praça, não é tua intenção ficar sem trabalhar, né? Nenhuma. Pelo contrário, né? Pelo contrário, eu 1:35:11 eu peço, a única coisa assim que eu peço ao criador é que me deixe morrer lúcida. Eu 1:35:18 acho isso sensacional. Já não pude estar muito lúcida no nascimento, então eu 1:35:24 negocio para est lúcida no fim, porque eu quero estar muito lúcida para ver 1:35:29 essa passagem que eu acho maravilhosa. O o Joses que falou, né, uma vez numa entrevista, né, você tem medo da morte? 1:35:35 Ele falou: “Não, eu não tenho medo da morte, eu tenho medo de ficar improdutivo”. Eu acho que talvez esse seja o único 1:35:42 medo que eu tenho. É de não sabe, não ser não ser útil. Eu tenho medo de ficar e ele foi útil até o 1:35:47 fim, né? Até o fim. E belíssimo, né? Ele deixou muito patrimônio pros empregados fiéis, 1:35:53 né? Assim, um cara totalmente coerente. Como é que ele era? Porque eu, putz, eu queria, eu tinha um sonho de ser 1:35:59 entrevistado por ele. Não deu tempo, cara. Eu vou te dizer, eh, é uma é uma 1:36:05 experiência, cara com conhecimento, eh, um cara que 1:36:12 você falava, o olhinho brilhava e as perguntas que ele faziam faziam você 1:36:18 repensar o que você tinha dito mesmo tempo. Então, digo, era um motor de fazer a 1:36:23 gente, ele tirava o melhor que a gente tinha. É o cara pessoas que tiram da gente um lado tão 1:36:30 bacana que a gente não sabia que existe. Essas pessoas são bacanas. 1:36:36 Quais foram as entrevistas que você sentiu isso além do Jô? Teve mais gente, 1:36:41 obviamente teve, né, que tirou de você algo que tava lá escondidinho assim, sabe? E 1:36:48 que você nem conhecia assim? Você lembra de pessoas que fizeram isso? Eu acho que o Jô fez isso 1:36:55 às quatro vezes que eu fui lá. Nossa, foi quatro vezes. Eu e eu sempre ia, a primeira vez eu eu 1:37:02 era tão irresponsável ou era tão jovem, sei lá, né, que eu não tinha nem noção. Eu usava cabelo vermelho, fito de de 1:37:10 roupa preta, uma coisa assim, sem pé, sem cabeça. Eu não tinha dimensão do que que era aí no jogo. 1:37:17 Uhum. E eu me lembro que no dia seguinte entraram 1322 e-mails na minha caixa. Eu 1:37:22 não tinha noção de de do que fazer com aquilo. Não tinha noção. A vida fez 1:37:29 isso. Uou. O Jô, ele ele foi um fator de 1:37:35 crescimento material, mental, espiritual para tanta 1:37:41 gente, para tanta gente. E outro dia, quando eu abri o po people, eu recebo 1:37:47 gente, hoje o po de People é ganhei ano passado, ganhamos do Google eh, o maior 1:37:55 podcast saúde mental da América Latina. Que lindo. Então, a gente tá mudando a trajetória porque agora a gente tem um selo, tem 1:38:01 uma responsabilidade média. A gente antes chamava todo mundo. Hoje a gente tem que chamar pessoas que se não forem 1:38:09 da área, dessa área, tenham a verdade para falar de suas humanidades. 1:38:15 Sim, que não é só falar: “Ah, fiz isso, fiz aquilo”. Não, e o custo disso e o quanto 1:38:21 de você ficou pelo caminho ou quanto você se reinventou. Então ficou 1:38:26 diferente. E eu me lembro que duas pessoas que tinham estado no jogo 1:38:32 chegaram para mim no final falou assim: “Eu tive a mesma sensação que eu tive quando eu fui no jogo.” Falei: “Cara, 1:38:39 para tudo.” Nossa, você tá falando sério? Aí ele juro, 1:38:45 se eu não fizer mais nada na vida, eu acho que eu tô indo no caminho certo. 1:38:50 Seu podcast foi o top um. Saúde mental. Saúde mental. Saúde mental 1:38:56 da América Latina. É. Uau! Outro dia eu recebi até algum convite para fazer o podcast de uma comediante 1:39:03 americana, Chelsea. Chelsea, será? Pessoal de Ela é muito famosa, B. Eu 1:39:09 falei: “Não, não quero agora não, porque assim, não é a fama, nunca foi.” 1:39:17 Eh, eu olhei e umas coisas, achei legal o que ela tava falando, mas não tá 1:39:24 alinhado assim, sabe? E eu sou Se é uma coisa que a gente melhora com a idade, é a seletividade. 1:39:31 Verdade, cara. você escolher o que você quer fazer, eh, 1:39:37 sem, sem medo, sem receio, isso é liberdade. 1:39:43 Você tá gostando de fazer podcast? Muito bom. É bom, né? A gente aprende com bastante. A gente aprende, 1:39:48 é muito. É muito legal porque a gente ouve, a gente refaz ideias. 1:39:55 É, né? É muito 5 anos fazendo. Não, o meu comecei dia 31 de maio de 1:40:02 2023. Você tem de maio? 2 anos e meio. É. É o tempão já 1:40:07 é baby. Tempão é muito bom. Eu toda semana há 5 anos. Nos últimos quatro bem forte, mas 1:40:15 5 anos gravando, sentando, escrevendo. Aí tomo decisão e aí é nossa e falo: “O 1:40:22 quê?” “Não entendi. Como assim? Vai mais fundo. Pera aí. Como assim? Tal. Percebo crença em mim, percebo limitação, 1:40:28 percebo que eu tenho que mandar mensagem para outra pessoa e pedir desculpa. Ah, eu tenho que falar com o meu time, tal 1:40:33 coisa. Nossa, ah, essa decisão, cara, ainda tô negligenciando isso por isso aqui. Baita ideia e ideia nos 1:40:39 não. Te tira totalmente da zona de confu. Não há possibilidade de você fazer um podcast em zona de conforto, 1:40:46 não existe. É. Aí eu comecei também a ouvir podcasts 1:40:52 de outras pessoas. Tô na academia, vou ver um podcast. Falou:”Cara, isso aqui é maravilhoso”. 1:40:58 Uhum. Eh, pelo amor de Deus, você tá lá numa bicicleta, lá numa esteira, daqui a pouco o cara fala uma coisa, fala: “Que 1:41:04 isso?” E aí você pensa na tua vida e você refaz. É uma ferramenta de expansão 1:41:09 de consciência poderosíssima. Não. E tem uma coisa, né? A primeira vez que eu fiz um podcast foi do Vilelo, 1:41:16 inteligência e foi ainda tava a voltando da pandemia, tava naquela fase de vamos 1:41:23 abrir devagarzinho. Uhum. Eu me lembro quando ele convidou, falei: “Não vou não, né? Não, mas quando você 1:41:29 vier para São Paulo”. Falei: “Aí, por acaso eu tava vindo para São Paulo, falei:”Ah, vou estar em São Paulo esse final de semana”. Aí, que dia você pode? 1:41:36 Falei: “Na sexta.” Eu chego na sexta. Aí não é um bom dia, mas tudo bem. Bem. Aí 1:41:41 eu fui, aí cheguei lá, tava marcado para começar 19 horas e eu tinha marcado 2030 1:41:50 com os amigos para um para um jantar. Aí cheguei, tava lá, aí falei: “Nene, você 1:41:56 faz um favor, querido? Ah, quando for 8 horas, você me pede um 1:42:03 Uber?” Ele: “8 horas?” Falei: “É, né?” Ele falou: “Sei não, Bia, mas eu acho 1:42:09 que você não sai daqui antes de 8:30”. Eu falei: “Imagina, 1:42:14 povo vai ficar ouvindo o quê? 2 horas, 3 horas, não existe. O pessoal não tá ouvindo nem 30 segundos, meu amor, nem corte de 1 1:42:20 minuto. Eu só sei que começar 3:40. 1:42:25 Ou! Quando eu liguei meu celular, as pessoas, Onde é que você tá? Você foi 1:42:31 sequestrada? tá todo mundo apavorado aqui, o restaurante vai fechar e tá tá tá tá. E eu olhei, eu falei assim:”Como 1:42:39 assim a gente ficou esse tempo todo?” Aí ele falou assim: “Existe gente que quer profundidade”. Aí 1:42:46 me deu uma sensação de que nem tudo tá perdido. Uhum. Foi isso que você falou. Existe uma, o 1:42:52 público, por exemplo, do YouTube é totalmente diferente de Instagram. Totalmente, totalmente diferente. 1:42:59 O Instagram você, o cara quer um minuto. É 1:43:04 YouTube as pessoas querem pensar sobre que é dito. O centro, o 1:43:11 centro do senso crítico nas redes está no YouTube e talvez a esperança. Então, 1:43:18 quando eu fiz isso aí, depois eu voltei lá, aí nós ficamos mais 3 horas. Chegou 1:43:23 uma hora que eu falei assim: “Eu acho que eu vou gostar de fazer isso”. E aí você se joga no abismo, que eu acho 1:43:30 muito legal, porque assim só voa se você for pro alto. Você não voa 1:43:36 se não tirar o pezinho do chão. Então, saí da minha zona de conforto totalmente. 1:43:41 Eh, finalizei os atendimentos de consultório, mantive, mantive até 1:43:46 fevereiro de 2023. Aí a partir dali eu cheguei pro meu sócio e meus sócios e 1:43:54 falei: “A partir de agora vocês terão 7 anos inteiros de hiperdedicação minha.” 1:44:02 Por que sete você tem? Não, porque eu falei assim, mas eu vou fazer o substituto. Eu só topei se 1:44:10 pudesse passar o bastão, porque eu acho que também quem tá no projeto chega uma 1:44:16 hora que tem que dar frutos. Boa. E isso é fundamental, porque se você tá 1:44:21 fazendo uma coisa para se encerrar em você, aí não é questionável, 1:44:26 é, não gera aquilo que você falou lá no começo, legado. Legado. E por incrível que pareça, né? Você falou 7 anos, você vai ter 7 anos 1:44:33 da minha dedicação. Falei: “Aí eles acharam que eu tava brincando.” Aí ano passado falei: “Olha, já tem 2,5, Pergunta final 1:44:40 não tô querendo pressionar ninguém. Depois não é que eu não vá prosseguir, mas eu quero ficar por trás. Eu quero 1:44:48 ser aquela que fico, aquilo ali pode melhorar, aquilo ali pode, entendeu? Que legal. Eh, por incrível que pareça, o meu sócio 1:44:56 hoje a gente faz o pó de piple inverso, que é o contrário, ele me entrevista e 1:45:02 tá dando super certo. Aquilo me deu um, primeiro que é uma outra geração, porque 1:45:08 ele chegou um dia para mim e falou assim:”Mas vem cá, as pessoas querem ver a Bia sendo entrevistada. 1:45:16 Eles gostam de ver entrevistando. Eu escuto isso também. E aí aí eu falei: “Então faz o inverso”. 1:45:23 Aí ele: “Que que é o inverso?” Falei: “Você me entrevist não, mas você trouxe uma coisa. A gente toda vez 1:45:31 traz uma uma demanda no mínimo você tem que dar três possibilidades de resolver. 1:45:37 Eu posso chamar uma outra pessoa?” Não. Tá na hora de você sair da sua zona de conformido, 1:45:43 né? Agora, uma coisa mais engraçada, eu falei assim: “Dia 22 eu volto pro Rio e 1:45:49 a gente vai pro shopping”. Porque eu falei, “Daqui a seis meses você tá sendo reconhecido na rua”. Ele nem pensar. Eu 1:45:54 falei: “Lamento”. Aí outro dia a gente não pôde, agora é um por semana só do do 1:46:00 inverso. E a receptividade foi extraordinária. Como é que esse inverso? Então, então 1:46:05 tem um que é você, tem o po de people e tem o po de pip inverso. O inverso é quando eu viro a 1:46:11 convidada e ele vira o entrevistador e ele é nerd. Eu adoro. Então ele vem com 1:46:17 os artigos e ele fala: “Hoje eu te pego. Eu trouxe o artigo aqui que eu tenho certeza que você não leu”. Eu falei: “Tá 1:46:22 bom, então vamos lá, me fala, eu vou usar o meu bom senso”. Eu falei: “Olha, pelo que você tá falando, o resultado dessa pesquisa vai ser esse, esse, 1:46:29 esse”. Aí ele, [ __ ] não foi hoje que eu te peguei? E eu acho lindo, a gente tá jogando 1:46:35 tênis aí semana passada, porque eu andei viajando muito para dar palestra novembro e e aí a gente não tinha uma 1:46:44 faltou um inverso e agora é um por semana e o outro de convidado. 1:46:51 E aí eu não teve. Aí domingo quando botou que não ia ter o inverso na semana 1:46:57 todo mundo, que que aconteceu? Cadê o Gabriel? Vocês pararam com o inverso? Pelo amor de Deus. Aí eu fui fotografi, 1:47:03 falei: “Olha, seus fãs estão estão exigindo sua presença”. Cara, que eu dei uma energia nele, o bicho estuda. 1:47:12 É. E eu adoro. Adoro. Que coisa boa. Que coisa boa. 1:47:19 Eu adorei o papo. Eu também. É bom que a gente deixa em aberto para ter o próximo. 1:47:26 Tem. Quando você quiser lançar o seu livro. Uhum. A casa é sua, tá? espaço 1:47:32 a turma vai gostar muito. Antes da gente finalizar, tem uma coisinha aqui, ó. Aqui vamos lá. A gente 1:47:38 fez uma foto. Ah, que legal. É. E essa foto é um trecho do nosso 1:47:44 bate-papo. E a gente pega essa foto, eu vou te pedir uma frase e aí você autogr 1:47:51 uma mensagem, você vai escrever essa mensagem atrás e a gente vai sortear pros seguidores do JJ Podcast. E essa 1:47:57 mensagem é a seguinte, pode virar. Não tá, tá sequinha. Tá. Se você pudesse mandar uma mensagem para 1:48:03 8 bilhões de pessoas, uma mensagem direta e reta, uma mensagem 1:48:09 precisa, que mensagem seria essa? Tenha coragem. A vida gosta de quem 1:48:15 gosta dela. A vida gosta dos corajosos. Boa. Aon, você escreve essa mensagem e a 1:48:22 gente sorteia. Tenha coragem. A vida gosta de quem gosta dela. Gosta e de quem tem 1:48:28 coragem. Nossa, bom, hein? A vida gosta de quem tem coragem. 1:48:34 É, Nossa Senhora. Prontinho. Para seguir você nas redes sociais. 1:48:42 Ana Beatriz 11. Aí você vai dizer 11 porque sempre foi meu número, desde sempre. 1:48:48 Ah, é? É. Nunca fiz rede. Eu fui fazendo rede sexual conforme ia surgindo, então não 1:48:54 fiz a unificação. Então, Ana Beatriz 11 é no Instagram e de lá. Tem todos os 1:48:59 outros, mas nos outros também não tem outros não. Por exemplo, o TikTok é Doutora Ana Beatriz 11, o 1:49:07 YouTube é Pod Ana Beatriz. Se botar Ana Beatriz também vai lá 1:49:13 e encontra encontra gente pr pra turma conhecer o teu trabalho. Quer te contratar, quer quer quer quer 1:49:21 ter acesso a você, como que eles fazem? O que que você tem aí para disponível? 1:49:27 livro, palestra, curso, mentoria, livro, palestra, curso. 1:49:34 Olha, eu topo quase tudo. Só não me faça propostas obser para 1:49:41 servir os outros para pensar e for bom e somar na vida dos outros, com certeza. 1:49:47 Com certeza eu falo. E aí o direct lá do Instagram que funciona. Obada. Obrigado. Obrigada. Eu 1:49:52 um prazer te conhecer. Admiro muito teu trabalho. Obrigado pelo teu tempo, pela generosidade. Parabéns por todo o 1:49:58 legado. Muito. Eh, só pra turma aqui tá no podcast, né? A, quando a doutora entrou aqui, ela viu 1:50:04 um vídeo, ela foi recebida com vídeo. Lindo, por sinal. Lindo. Quero agradecer o roteiro. 1:50:10 Muito obrigada. E aí a pessoa que fez o vídeo falou aqui filmando, a Elisa 1:50:17 maravilhosa, fez o vídeo, fez o roteiro. Olha, Elisa, só não te chamo para 1:50:23 trabalhar que você tá numa equipe boa. Vixe Maria. Ah, com bom patrão. 1:50:28 A gente empresta. Eu sou ética. Que maravilha. 1:50:34 Obrigado, obrigado pela tua presença, tá? Obada, obrigado, obrigada pela equipe. Está de parabéns. Obrigado, gente. Esse foi o JJ Podcast. 1:50:41 Obrigado pela sua audiência, obrigado pela sua presença. Quero reforçar ainda mais o melhor agradecimento por toda 1:50:47 audiência, o JJ Podcast, poxa, nos últimos anos com audiência maravilhosa, o podcast de negócio mais ouvido do 1:50:54 Spotify, o podcast de negócio em terceiro lugar do Spotify no geral em 2025 e tem ainda mais coisas pra gente 1:51:00 fazer, mais pessoas pra gente convidar e mais aprendizados pra gente compartilhar, tá? Se você não segue a 1:51:06 gente ainda nas redes sociais, segue a gente no Instagram, no TikTok, no YouTube, manda mensagem, segue a 1:51:11 doutora, manda mensagem para ela, conversa com ela, marca ela e deixa ela sentir o quão especial foi esse 1:51:19 episódio, o quanto serviu, te ajudou e criou insites na sua vida, como criou aqui na minha também, tá? Um beijo 1:51:25 grande, a gente se vê no próximo JJ Podcast. Valeu, tchau. 1:51:31 [Música]

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