1 Sinopse
O mérito não é necessariamente da criança: o mundo está evoluindo para facilitar.
As interfaces modernas foram projetadas para remover qualquer atrito inicial. Para quem veio de outra época — onde tudo exigia esforço, configuração e paciência —, a rapidez com que uma criança mexe em um tablet parece genialidade. Mas facilidade de uso não substitui o pensamento crítico.
Nesta palestra/roda de conversa, abordo três eixos centrais:
- O Mito do “Gênio do iPad” — desconstruindo a ideia de superdotação digital
- A Síndrome do Controle Remoto — toda geração domina a ferramenta do seu tempo; isso é sobrevivência, não superpoder
- Consumidores Passivos vs. Construtores Ativos — a diferença entre ser usado pelo algoritmo e usar a tecnologia para criar
1.1 Público-alvo
Pais, educadores e interessados em parentalidade digital. A palestra é interativa, com perguntas para provocar reflexão em grupo.
1.2 Tópicos abordados
- UX não é inteligência: como telas são projetadas para prender, não para ensinar
- O que diferencia fluência digital real de consumo compulsivo
- Estratégias práticas para ajudar crianças a se tornarem construtoras, não apenas consumidoras